Esta quarta-feira 8 de maio, a Sala Multiusos 2 do Edifício ID da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vive o início duma Resistência. O Centro de Estudos Galegos da universidade –em colaboração com o coletivo O Cravo, UMAR, AJA-Galiza, Nova FCSH e a Junta da Galiza– celebra ‘Trocar o canto para não cantarmos sós’, o primeiro Ciclo de Resistência Cultural Galego-Portuguesa para “repensar, refletir e discutir a expressão cultural como forma de Resistência no âmbito político e social português e galego”.
A cita começa às 16 horas com a conferência “A Cultura é uma Arma” onde estarão presentes Gina Gisberg –em representação do Festival Agroqueer da Ulhoa–, José Mário Branco, Daniel Amarelo e Alba María e Queco Díaz. Os dois últimos prepararão uma breve “Oficina de regueifa e improvisação oral, música popular para educar no feminismo” que abrirá o espaço para o público escutar a palestra de Branco, que abordará “A Música como Arma de Transformação Social e Cultural”. Por último, Daniel Amarelo –filólogo e sócio da AGAL– apresentará a sua intervenção “Fazes o teu próprio mundo tolerante”, em que falará das práticas linguísticas e identidades sexuais não heteronormativas na Galiza contemporânea.
O ciclo fechará amanhã, sexta-feira 9 de maio, com a festa “Galiza na Lisa: Noite Agroqueer“. A troula começará às 21:30 horas no Crew Hassan com uma performance de Nelu Vermouth e as atuações de Bejaflor e da artista franco-galega Mounqup.
