O sábado 4 de maio, aescola Semente Lugo celebrará as III Jornadas de Formaçom. Desta volta, o foco estará centrado na educaçom galega e feminista. O evento conta com a colaboraçom da AGAL, CIG comarcal de Lugo, a Mesa pola normalización linguistica, Fundación Galiza Sempre e a Plataforma Feminista de Lugo. As pessoas interessadas podem inscrever-se nesta ligaçom.
A jornada decorrerá na Sala de Atos da Residência Juvenil Lug II –rua Pintor Corredoira 15–, onde as atividades darám começo às 10 horas com a palestra O Transfeminismo, a soma inteligente de luitas. O público poderá escutar a presidenta de ARELAS, Cristina Palacios, quem também foi impulsora e co-redatora do Protocolo Educativo sobre Identidade de Género e é mãe da primeira menos trans de Galiza em ser legalmente reconhecida. Acompanhara-a a sindicalista Laura Bugalho, quem fundou o coletivo Transgaliza e milita no Foro Galego de Imigraçom, o coletivo Stop Despejos e a causa soberanista galega. Premiada pela sua defesa dos direitos LGBT com Legais (2001), Triángulo de Ouro (2009) e Nicolás Salmerón (2011), Bugalho insiste na necessidade de “formular a ideia fundamental de que o transfeminismo é a soma de todas as luitas, que nom som parciais, senom que agora podemos recolher todas as nossas energias para lutar de forma inteligente”.
A segunda mesa da jornada será ‘Género e educaçom emocional: Desconstruindo-nos para acompanhar em igualdade‘, lecionada pela educadora social María Rosendo. A mestrada em género e experta em ‘facilitaçom e gestom de grupos’ trabalha desde 2009 na dinamização com prespetiva feminista de vários espaços de autoesitma, género e vínculos amorosos com mulheres adultas e com adolescentes.
Após da pausa para o almoço, dará começo o turno de tarde às 16 horas com ‘Espaços para a língua. Estratégias para aumentar o uso dumha língua minorizada‘. Nesta ocasiom, o público poderá escutar as achegas de Bernadette O’Rourke, catedrática de Sociolinguística na Universidade de Glasgow, sobre os resultados das suas pesquisas sobre ‘Língua e género. Da língua materna à língua das iguais’. Atualmente, a sociolinguista foca o seu labor no projeto galego do SMiLE (A Sustentar Línguas Menorizadas na Europa). A continuaçom, haverá palestra de Olalha Barro. Esta feminista, mãe e trabalhadora fez parte do comisariado das jornadas ‘Malas Línguas: activando falantes no S. XXI‘ da Deputaçom da Corunha. Na sua conferência, Barro visibilizará os mecanismos de dominaçom simbólica e violências que operam contra as mulheres e contra as pessoas galegofalantes.
Por último, a psicóloga sanitária Hadriana Ordóñez fechará a jornada com a palestra ‘Educaçom sexual de umha perspetiva feminista’. A sexóloga tratará a relaçom intraindividual e a satisfaçom no ámbito sexual através dos eixos da mudança social e o equilíbrio nas pessoas.
