“Que foi do futuro do subjuntivo?”, novo vídeo de Eduardo Maragoto



Eduardo Maragoto, presidente da AGAL, difunde um novo episódio do seu programa Galego de todo mundo para Nós Televisión. Neste vídeo fala do tempo verbal futuro do subjuntivo, forma tradicional galego-portuguesa em vias de desapariçom na Galiza.

 


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  • https://pglingua.org/index.php abanhos

    Amigo, tens que fazer um segundo exemplo, esclarecendo que o futuro de conjuntivo é igual ao infinitivo pessoal e como se usa, dando dicas claras.

    Com esse vídeo, os teus alunos não aprendem patavina, além de apreciarem que és muito bom comunicador, até quando o cerne do assunto ficou ausente.

    Se fores comigo poderíamos jantar juntos.
    Quando acontecer isso,vai tu saberes onde estarei

    • Salvador Mourelo

      Olha, Alexandre, mas acho que não te devi explicar muito bem o assunto. As formas do futuro do conjuntivo e do infinito pessoal coincidem apenas no caso dos verbos regulares.
      Além disso, o primeiro exemplo que colocas é um caso típico de confusão entre o futuro de conjuntivo e o pretérito imperfeito do conjuntivo. Nesse caso a frase mais natural seria “Se fosses comigo, poderíamos jantar juntos”. Se fui eu que te forneci esses exemplos, não devia estar nos meus melhores dias, mas a verdade é que foi há tanto tempo que já nem me lembro.
      Uma explicação ótima do uso do futuro do conjuntivo (e do infinitivo pessoal) podes encontrá-la no livro do Eduardo Maragoto “Como ser reintregacionista sen que a familia saiba”.
      Um forte abraço aos dois.

      • https://pglingua.org/index.php abanhos

        Acho que não eram esses os teus exemplos, o engano Salvador e meu, tu nada tens a ver com isso

      • Arturo Novo

        Eu na fala também o digo assim: “Se fosses comigo, poderiamos jantar juntos”.

  • Paulo Fernandes Mirás

    Sabes como recuperar o tempo verbal? Imersão com portugueses, material audiovisual em português etc. Exercícios de escritura e testes são inúteis, a experiência e os resultados estão às vistas. Há que entrar pelos olhos e o ouvido, assim é como se conservou o galego até há pouco tempo. Acharmos que por estudar a gramática vai sobreviver a língua, é um erro.