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Projeto em Díli (Timor-Leste) incentiva o ensino da língua portuguesa

Oitenta colaboradores/as da Autoridade Municipal de Díli (AMD) iniciaram, em outubro de 2022, um curso de capacitação em língua portuguesa no Centro de Formação Municipal, criado ao abrigo do projeto “Reforço da governação urbana, inclusão social e promoção do empreendedorismo em Díli, Timor-Leste”, numa colaboração entre a UCCLA e as cidades de Díli e Lisboa, com o financiamento da União Europeia.

A capacitação de pessoal colaborador da AMD é uma das áreas chave deste projeto, sob coordenação da Câmara Municipal de Lisboa, que incluirá intercâmbios, seminários e ateliers abrangendo várias áreas de intervenção municipal, com a possibilidade de alargamento a pessoas colaboradoras de outras autoridades e administrações municipais de Timor-Leste, em particular de cidades membro da UCCLA (Baucau, Ermera, Oecussi-Ambeno e Viqueque).

No universo de 551 pessoas colaboradoras da AMD foi realizado um primeiro diagnóstico sociolinguístico, ficando ainda por avaliar 291 pessoas para uma fase seguinte. Para a seleção do pessoal, foram realizados 260 testes de diagnóstico. Com base nestes testes, as pessoas foram divididas por níveis de conhecimento de acordo com o “Quadro Europeu Comum de Referência”.

Neste momento, a formação tem uma carga de 10 horas letivas semanais. Com a possibilidade de alargar o número de turmas de nível B1, a carga horária será aumentada, uma vez que as formações de nível B1 terão, no mínimo, 160 horas para alcançar a certificação oficial equiparada ao espaço europeu e da lusofonia.

A língua portuguesa não é dominada por toda a população de Timor-Leste e, de acordo com as últimas estatísticas, somente cerca de 37% da população domina, em níveis diferentes, o português.

A língua portuguesa não é dominada por toda a população de Timor-Leste e, de acordo com as últimas estatísticas, somente cerca de 37% da população domina, em níveis diferentes, o português.

Refira-se que o artigo 13.º da Constituição da República de Timor-Leste confere à língua portuguesa, a par do tétum, o estatuto de língua oficial, apresentando-se como um vetor fundamental para o desenvolvimento social e económico do país e para o reforço das competências técnicas dos timorenses e para a sua interação com os outros países da CPLP/Lusofonia.

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