PGL – A comunidade de galeguizaçom da informática g11n.net alerta de que a Junta exclui o galego dos portáteis que a Conselharia da Educaçom distribui aos centros educativos ao abeiro do Projecto Abalar.
O feito foi conhecido após a reuniom que o director-geral da Educaçom, José Luís Mira, tivo com os directores dos centros de ensino. Nelas pudérom provar o modelo de sala já equipada com portáteis idênticos aos que serám distribuídos. Assim, observárom como, sem razom técnica que o justifique, o software informático podia empregar-se em espanhol e inglês, ficando fora o galego.
As características dos ordenadores estám definidas pola Conselharia da Educaçom, incluída a configuraçom ligada à língua. A motivaçom, pois, de o galego ficar excluído foi o desleixo da Administraçom. Por isso, g11n.net considera «inaceitável» que a Junta valide um modelo de sala digital que exclui a nossa língua, sobretudo «máxime quando há disponível livremente umha versom do sistema informático empregado plenamente operativo em galego graças ao trabalho da comunidade galega de traduçom».
O projecto exige que os computadores tenham instalado, polo menos, sistema operativo baseado em Linux, polo que existem numerosas opçons deste software no nosso idioma, começando por Galinux, um projecto da própria Junta da Galiza desenvolvido durante o período do bipartido.
O proceder da Junta choca frontalmente com a vontade expressada polos três grupos parlamentares, PP, PSdeG e BNG, de que o galego seja a língua geral de referência no âmbito da administraçom pública. A comunidade g11n.net «apela especialmente às pessoas mais vencelhadas com o sistema educativo para que fagam chegar à Junta a sua preocupaçom por estes feitos e solicitem por escrito que o galego seja o idioma preferente nos ordenadores do sistema educativo galego».
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