PGL – A Secretaria Geral de Política Linguística acaba de respostar por escrito umha nova pergunta parlamentar do deputado Bieito Lobeira sobre os direitos linguísticos, desta vez voltada para os quartéis, comisarías e dependências da ‘Polícia civil’ e da ‘Polícia Nacional’ no nosso País.
A resposta dada polo departamento sob responsabilidade dos sócios do BNG no governo bipartido nom satisfijo o porta-voz pola matéria de Língua do grupo parlamentar bloquista. Lobeira qualificou de inaceitável «que Política Linguística esteja satisfeita» com a atitude da Polícia civil e a Polícia Nacional ante o galego, pois tal e como afirmava na pergunta «nos dias de hoje continua sendo impossível fazer qualquer tipo de tramitaçom em galego (denúncias, passaportes, consultas na página, etc), desconhecendo quais som os motivos que fam «impossível» que sejam respeitados os direitos linguísticos das pessoas que falam galego nessas dependências.
A resposta remetida pola Junta indica que a Secretaria Geral de Política Linguística está «muito satisfeita» e «tem constáncia do máximo compromisso dos corpos e forças de segurança do Estado com o processo de normalizaçom da língua galega». Como único exemplo deste compromisso, a Junta menciona actividades como o livro Em galego, com toda a segurança, ou a difusión de relatos policiais na publicação Contos de aguardar.
Política Linguística atribui os problemas existentes na actualidade ao feito de que «este processo de normalizaçom esteja em marcha» e indica que «só quando o processo esteja totalmente concluído tais circunstâncias nom poderám dar-se».
Ainda, o departamento de Marisol Lopes explica na sua resposta que o trabalho que estám a desenvolver nos corpos e forças de segurança do Estado vai em duas linhas: «o diálogo institucional e a cooperaçom em busca do desenho e implementacçom de medidas concretas e um trabalho na construçom de umha política linguística de Estado”.
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