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Na rua o Novas da Galiza de janeiro

novas-da-gz-janeiro-2021O periódico mensal de informaçom crítica Novas da Galiza publica o primeiro número deste ano, com umha reportagem central, assinada por Maria Rodinho, em que se analisam alguns dos pontos mais problemáticos da nossa rede ferroviária, demandas e perspetivas de futuro dumha infraestrutura crucial para o desenvolvimento económico e social da Galiza.

Na seçom internacional “A Terra Treme”, a correspondente na Catalunha, Maria Álvares, entrevista David Bou, quem fala sobre ‘Crimes de ódio’, um projeto fruto da constataçom de que no Estado espanhol nom existe um registo de vítimas do ódio e da intoleráncia.

Também se recolhe a voz de Héctor Fernández, que escreve das demandas da comarca do Berzo por se constituir em província e integrar-se na administraçom galega.

Maria Rodinho analisa alguns dos pontos mais problemáticos da nossa rede ferroviária, demandas e perspetivas de futuro dumha infraestrutura crucial para o desenvolvimento económico e social da Galiza.

Ainda, afunda-se sobre a construçom do relato mediático do “terrorismo”, com entrevista de Aarón L. Rivas a Helena Dominguez, autora do livro A construción mediática do conflito, O caso de Resistencia Galega editado por Axouxere. E David Soto analisa o atentado contra as liberdades que supujo a Operación Jaro.

Ademais, noAcontece” recolhem-se as notícias sobre ‘Cárceres e Covid: duplo encerro’ e ‘O Courel em luita polos transportes’. 

E o “Bom Viver” conta com reportagens sobre os Ancares, da mao de João Aveledo na seçom “A Galiza Natural”, um roteiro sobre o arredista Fuco Gomes em Bezerreá, e ainda um lote de curiosidades das Irmandades da Fala corunhesas redigido por Ernesto Vasques Souza.

Também se recolhe a voz de Héctor Fernández, que escreve das demandas da comarca do Berzo por se constituir em província e integrar-se na administraçom galega.

Este meio de comunicaçom, criado e mantido com o esforço e colaboraçom de centos de pessoas fai um labor importante a tornar visível a transformaçom social e acompanhar os movimentos sociais na Galiza, assim como a assinalar com claridade quais som as estruturas de poder, ligaçons e responsabilidades que explicam o nosso contexto.

O periódico reintegracionista, que no passado 2020 celebrava 18 anos de trabalho informativo, sinala, porém, que a consolidaçom é fraca: “custa-nos chegar ao feche de cada ediçom, ningumha pessoa cobra dinheiro pola sua atividade -nem administraçom, nem jornalistas, nem corretoras…-. O dinheiro que entra das subscriçons gastamo-lo na imprenta, no aluguer do local onde temos o escritório, nos envios por correios, na assessoria que gere as questons burocráticas…”

Para dar suporte ao projeto, as ativistas do periódico partilham um decálogo com possíveis formas para contribuir:

o-novas-precisa-de-ti

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