PGL – A plataforma cidadá Queremos Galego vai combater o inquérito da Junta com a difusom entre as famílias dum modelo de escrito dirigido ao conselheiro da Educaçom reclamando “garantias plenas” para o direito a receber ensino em galego. No manifesto de lido por um grupo mães de crianças de 3 anos alertam de umha situaçom inédita no Estado e que leva ao galego a umha “situaçom preautonómica”.
Além do envio dos modelos de escrito por parte de Queremos Galego, anima a marcar a opçom galego “com independência de qual ou quais sejam a língua ou línguas de uso habitual no âmbito familiar das crianças”, comportamento único que, segundo o o Ppresidente da Mesa pola Normalizaçom Lingüística, “vai garantir que tanto as nenas coma os nenos de famílias galegas podam ter contacto com o galego até os seis anos”
Aliás, criticou o governo galego polo esbanjamento de dinheiro na guerra contra o galego. “É imoral e indecente que, em um contexto de crise económica como o que estamos a viver, Feijóo ordene gastar elevadas quantidades de dinheiro público em atacar a língua galega”. Cumpre lembrar o alto custo da consulta sobre as línguas elaborada a finais do passado curso escolar, ou a campanha propagandística sobre o decretaço contra o galego, anunciada recentemente, quantificada em um milhom de euros.
Também um grupo de mães e pais integrantes da própria plataforma quigérom fazer pública a sua queixa contra a consulta. “Que um neno ou nena nom poda receber nengum ensino na língua própria até que faga os seis anos de idade é umha situaçom que nom se produz em nengumha outra comunidade do estado espanhol, e que leva o galego a umha situaçom preautonómica, além de conculcar o direito a um ensino igualitário e de qualidade. O grupo também recordou que “o esforço especial que se faga desde a escola em favor da nossa língua própria perseguirá um beneficio colectivo, nom individual.
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