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Lançamento do livro “Casa Materna” de Luísa Fresta em Lisboa e ao vivo na rede

O auditório da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) vai acolher, no dia 27 de janeiro, às 18 horas, o lançamento do livro de poesia “Casa Materna” da escritora portuguesa e angolana Luísa Fresta.

Com a chancela da Editorial Novembro, e com capa da artista plástica Armanda Alves, o livro será apresentado pela escritora e declamadora Regina Correia. Haverá leitura de textos por Cristina Seixas e João Fernando André e momento musical pela voz de Paula Lourenço.

A apresentação do livro será transmitida em direto através da página do Facebook da UCCLA em https://www.facebook.com/UniaodasCidadesCapitaisLinguaPortuguesa

A apresentação do livro será transmitida em direto através da página do Facebook da UCCLA em https://www.facebook.com/UniaodasCidadesCapitaisLinguaPortuguesa

Sinopse:
CASA MATERNA talvez seja sobretudo uma morada, um território pessoal ou marca identitária: a minha. Aqui se encontram caricaturas de tipos sociais, figuras reais, notas sobre ideias ou sensações, paisagens, ambientes inesperados, pormenores e palavras em festa, rubras de excitação, desgastadas ou alucinadas, mas sempre genuínas.

É um discurso sintético plasmado em textos que se completam e dialogam entre si, mas díspares também. O leitor irá atribuir-lhes a classificação que entender, se lhe parecer importante.

Quando sentir que anda aos solavancos, que alguns versos parecem atirá-lo borda fora, que há poemas violentamente prosaicos e prosas raivosamente poéticas, pode não ser uma mera impressão. Os textos dizem-se para dentro e para fora. Gostava de imaginar que CASA MATERNA é também um lugar onde nos podemos todos encontrar, uma zona de concórdia onde polémicas estéreis e temas inutilmente fraturantes não são levados a sério. Mas haverá sempre tempo para pequenas provocações marginais entre mim e o leitor: este é um diálogo translúcido e dinâmico onde nos entendemos, nos arranhamos timidamente e nos questionamos.

Biografia da autora:


Luísa Fresta, portuguesa e angolana, viveu a maior parte da sua juventude em Angola, país com o qual mantém laços familiares e culturais; reside em Portugal, desde 1993.

Publicou em 2012/13 uma série de crónicas sobre as décadas de 70/80 da vida em Luanda, através do Jornal Cultura – Jornal Angolano de Artes e Letras, com o qual colaborou regularmente até 2015, e publicou também, pontualmente, em diversas revistas on-line (a moçambicana Literatas e as brasileiras Samizdat e Subversa).

Escreve regularmente desde 2013 no portal O Gazeta, coordenado por Germano Xavier e desde 2014 publica prosa e poesia no portal Entrementes – Revista Digital de Cultura. Desde 2016 escreve também no jornal digital Artes&Contextos.

Sobre cinema, essencialmente lusófono e africano francófono, mantém participações episódicas através de artigos de opinião no site de crítica de cinema Africiné, portal BUALA, revista Awotele, e manteve, até 2015, duas colunas na revista METROPOLIS, intituladas: “A 7ª arte em África” e “Filmes da Lusofonia”. Em 2016 integrou o júri do comité de pré-seleção da representação pan-africana do Festival L’Arbre d’Or (filmes documentários – Gorée/Senegal).

Prémios e principais Antologias: 1998 – Portugal: concurso de contos curtos “Expo 98 palavras” (texto Crime, publicado juntamente com cerca de outros 100); 2013 – Brasil: 2.º lugar no 9.º concurso online – II Prêmio Licinho Campos de Poesias de Amor (poema Soneto do Amor no Feminino); 2.º prémio no 1.º Concurso Internacional de Literatura de Alacib (na categoria crónica, com Outros Campeonatos); 2014 – Brasil: o poema Talvez foi considerado um dos melhores 50 apresentados a concurso e incluído numa coletânea publicada pela Academia Jacarehyense de Letras, promotora do 8.º Festival Internacional de Sonetos; 2015 – Brasil: crónica Luanda, aliás «São Paulo da Assunção de Loanda» incluída numa coletânea editada pela Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande-SP; 2016 – Portugal: integrou, juntamente com sete outros autores, uma antologia solidária dedicada ao tema da saúde mental, intitulada “Mens Sana” (com o conto O papel de Aurélie), editada pela Livros de Ontem; 2018 – Brasil: 1.º prémio de crónica internacional no 2.º Varal Literário da Câmara Municipal de Divinópolis com o texto Eu quero a panela grande; 2019 – Angola: participou numa antologia em homenagem ao poeta João Tala intitulada “Nós e a Poesia” editada pelas Edições Handyman; Portugal: integrou uma antologia poética intitulada “Templo de Palavras”, com o selo da Editorial Minerva e coordenação literária a cargo do poeta e escritor Delmar Maia Gonçalves; Brasil: 1.º prémio de crónica internacional no 3.º Varal Literário da Câmara Municipal de Divinópolis com o texto Os caminhos ínvios da escrita; Cabo Verde: participou na antologia solidária “Mulheres e Seus Destinos”, organizada por Yara dos Santos e Lena Marçal; 2020 – Portugal: colaborou no projeto LER&CONTAR (contos infantis/infantojuvenis para colecionar), criado por Glória de Sousa, Tomás Gavino Coelho e Samuel Rego, com o conto “O organizador de bichas, uma história de guerra”. Trata-se de uma iniciativa probono, com textos de doze autores angolanos.

Obras da autora: “49 Passos/ Entre os Limites e o Infinito” (poesia), Chiado Editora, 2014; “Contexturas” (contos, baseados em quadros de Armanda Alves, coautora), Livros de Ontem, 2017; “Março entre meridianos” (poesia, 1.º prémio “Um Bouquet de Rosas para Ti”), MAAN, 2018; “Março entre meridianos” (reedição), Livros de Ontem, 2019; “A Fabulosa Galinha de Angola” (infantojuvenil), Editorial Novembro, 2020; “Sapataria e outros caminhos de pé posto” (contos), Editorial Novembro, 2021; e “Burro, sim senhor!” (infantojuvenil), Editorial Novembro, 2021.

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