Até 23 de novembro, quando viajará a Santiago de Compostela, o Centro Cultural Torrente Ballester de Ferrol acolhe o projeto expositivo sobre a vida, obra e o ideário de Carvalho Calero realizado pola AGAL e a Xunta de Galicia.
Na apresentaçom da mesma, realizada a 22 de outubro, intervinhérom José Manuel Aldea Moscoso, director de Ouvirmos S.L., Eduardo Maragoto, presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL), Anxo M. Lorenzo Suárez, secretário geral de Cultura, e Antonio Golpe, primeiro tenente de alcalde de Ferrol. Também estivérom presentes o delegado provincial Gonzalo Trenor e o concelheiro do BNG Iván Rivas. O comissário da exposiçom Carlos Quiroga realizou um percurso guiado polos painéis para a assistência à inauguraçom.
O comissário da exposiçom Carlos Quiroga realizou um percurso guiado polos painéis para a assistência à inauguraçom.
José Manuel Aldea deu a palavra a cada um dos intervenções. Em relaçom à exposiçom, o presidente da AGAL destacou “a importância de Ferrol e do alcalde Jaime Quintanilla no galeguismo que Carvalho Calero já nunca abandonaria desde a primeira vez que deixou Ferrol, aos 15 anos”. Anxo Lorenzo referiu-se ao Carvalho Calero da polémica ortográfica, porque ainda que fosse polémico nuns meios culturais determinados, “no resto da sociedade mais bem era desconhecido. O Dia das Letras pretende paliar isso”.
Antonio Golpe falou da importância que para Ferrol tivo, tem e terá a figura de Carvalho Calero, polo que celebrou o fim da injustiça. Finalmente, no percurso guiado realizado por Carlos Quiroga, o comissário lembrou à Câmara Municipal de Ferrol que o Prémio Carvalho Calero que promovia esta entidade se encontra atualmente inactivo, reivindicando a reabilitaçom do mesmo.
