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Eduardo Maragoto: “Merecemos viver em galego sem agonias”

Eduardo Sanches Maragoto

Fale-nos do seu momento atual.
Está para nascer o meu terceiro filho, Tomé, de maneira que certas cousas importantes para mim até agora, sem deixar de o serem, vam perdendo protagonismo na minha vida. O ativismo linguístico é uma delas.

Por que é que é necessario o reintegracionismo para si?
É importante porque o merecemos. Depois de dous séculos de trabalho para que esta língua nom esmoreça, as pessoas galego-falantes merecem viver em galego sem agonias.

Se tivesse de escolher un sistio para viver, Portugal ou o Brasil?
Se nom tivesse família, o Brasil. Nom o conheço e nom concebo que se poda estar nele durante só um mês de férias. Ou se vai viver alô ou nom se vai.

Como gosta de gozar do verán?
Gosto de passear à beira da ria de Ortigueira, observando aves sem mais intençom que surpreender-me com a beleza da natureza nas nossas rias altas.

Praia ou piscina?
Praia. Se nom tivesse filhas pequenas, que ainda têm medo do mar, até seria contra a existência das piscinas.

Se pudesse ter un superpoder, qual seria?
Expandir as horas de leitura de manhã cedo durante as férias.

O melhor concerto da sua vida?
Um Mundo Celta, com Shooglenifty.

Onde nom iria nunca de férias?
Poucas vezes saio da Península Ibérica e nunca da Europa, mas o que realmente tento é nom ficar na Galiza.

Un festival ou cita cultural à qual sempre assista?
O aRi[t]mar. Imprescindível para quem quiser estar a par da música galega ou portuguesa recém saída do forno.

Uma viagem que tenha gravada como ‘a viagem’?
Angola ou Moçambique. África é um continente realmente belo. Temos muita sorte de poder ir falando galego.

Recomende un livro, uma cançom, e uma série. 
Cançom Cólico de Guadi galego, livro Quem Fala a Minha Língua e série Bandidos na TV em galego do Brasil.

[Esta entrevista foi feita por Iago Suárez e publicada originariamente no Nós Diario]

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