PGL – As webs de Primeira Linha e de Nós-UP recolhem sendas informaçons relativas ao protesto que um grupo de ferrolanos realizou no passado sábado, 29 de novembro, durante o acto antigalego da Mesa por la Libertad Linguística (MLL).
No local cedido pola entidade ferrolana Toxos e Froles, apenas treze pessoas assistiram ao evento durante o qual um grupo de activistas pró-galego não duvidárom em interromper a intervençom do secretário da MLL, José Antonio Amado, quando «descrevia umha situaçom apocalíptica provocada polos nacionalismos periféricos, e comparava a normalizaçom lingüística com as relaçons sexuais nom consentidas», conforme informam de Primeira Linha em Rede.
Seguindo as informaçons fornecidos na web de Nós-UP, essa ‘violência’ seria exercida contra quem nom quer falar o galego, um «idioma imposto» no nosso país, segundo palavras do secretário desse colectivo, José Antonio Amado, indivíduo ligado à FAES (fundaçom presidida por José Maria Aznar) que se dirigia nesse momento às pessoas presentes.
Os gritos e a tensom vinhérom a seguir. Um grupo de pessoas dirigiu-se à mesa com cartazes com a legenda “Fora renegados. Em Ferrol queremos mais galego”, encontrando resposta por parte dos conferencistas com gritos de “en España en español”, “portugueses!” e “imbéciles!”.

Galicia Bilingue contestada em Ponte Vedra
O activismo em prol da língua nom só contestou nos últimos dias o antigaleguismo da MLL, como também o de Galicia Bilingue, desta volta em visita a Ponte Vedra com o seu ostentoso autocarro.
Um grupo de associadas/os do CS Revira concentrárom-se na praça da Ferraria no passado 21 de Novembro, desdobrando umha grande faixa com a legenda «Na Galiza em galego», além de diversos cartazes de mão.

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- Movimento ridiculista galego chama a ‘aderir’ à manifestaçom da Mesa por la libertad lingüística. PGL, 19 de Outubro de 2008.
