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Carlos Barros, director do Novas da Galiza, entrevistado no Galiza Livre

PGL – Com motivo da nova etapa que acaba de iniciar o Novas da Galiza, Carlos Barros, director do jornal, foi entrevistado polo portal soberanista Galiza Livre para tratar esta e outras questons.

Na entrevista, Barros fai balanço dos quase oito anos de vida do periódico explicando que «a trajectória do jornal conseguiu o seu assentamento e consolidaçom no cenário da comunicaçom alernativa do País, como referente para o soberanismo, os movimentos populares, o reintegracionismo e os sectores sociais que demandam informaçom livre de mordaças, crítica e comprometida, que procuram investigaçom jornalística e análise do que acontece em profundidade».

Quanto à nova etapa, plasmada no número deste mês, Barros explica que «a nova etapa pretende assentar a profissionalizaçom do meio a partir de umha maior especializaçom nas áreas temáticas, renovando a estrutura ao incorporar novas secçons e focando a informaçom de actualidade em blocos específicos. O número de páginas amplia-se num terço, passando de 24 a 32. E cumpre destacar a modernizaçom do desenho com umha nova diagramaçom em que ganham peso a imagem e os destaques. A nível interno fortalece-se a equipa do Conselho de Redacçom e amplia-se também a rede de pessoas colaboradoras».

Denúncias

Entre outras questons, Carlos Barros fala das denúncias judiciais contra o jornal dirigidas a reportagens de investigaçom nas quais denunciárom reiterados casos de corrupçom no seio do Serviço de Vigiláncia Aduaneira, aludindo à responsabilidade de altos cargos deste organismo e de vários agentes na conivência com redes do narcotráfico.

Umha outra questom tratada na entrevista é a que tem a ver com os subsídios de normalizaçom lingüística, dos que o Novas fica excluído por questom de norma. Nesta linha, Barros argumenta: «A Junta nega-nos qualquer tipo de subsídio para a imprensa aduzindo que ao nom utilizarmos a ‘normativa oficial’ nom nos correspondem ajudas públicas. Consideramos que a atitude que demostram e as argumentaçons que oferecem nom som mais que pretextos para se justificarem. Nom subsidiam Novas da Galiza porque nom querem apoiar economicamente um meio de comunicaçom que vai ter sempre os poderes como objecto de seguimento e denúncia».

Finalmente, a entrevista conclui com umha explicaçom do que é o projecto do Novas da Galiza, para aquelas pessoas que nom conheçam o jornal.


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