PGL – O novo ano escolar, o segundo desde a entrada em vigor do decreto de galeguizaçom do ensino, nom está a implicar nengum avanço no cumprimento desta norma, «devido à irresponsabilidade, inoperáncia e falta de interesse da Conselharia da Educaçom», é a denuncia que acaba de fazer A Mesa pola Normalización Linguística.
A entidade normalizadora demanda que Educaçom faga públicos os dados oficiais sobre o nom cumprimento do decreto e adopte medidas para corrigir a situaçom. Segundo Carlos Calhom, presidente d’A Mesa, «até agora nom moveram um dedo para fazer que se cumpra o decreto, apesar das denúncias reiteradas que desde a nossa associaçom e de outras entidades se fizeram durante o curso passado».
Calhom recordou que a situaçom do galego no ensino é realmente grave. Como exemplo desta situaçom, apontou que 65% dos rapazes e das meninas de entre 3 e 6 anos nas cidades da Corunha, Lugo, Ourense, Ponte Vedra, Santiago, Vigo e Ferrol cursam os seus estudos em centros que nom cumprem os mínimos deste decreto. Este dado foi proporcionado polos próprios colégios à Mesa.
D’A Mesa exigem à Conselharia da Educaçom que ponha em andamento as medidas longamente reivindicadas pela comunidade educativa: a adopçom de um plano de formaçom linguística para o professorado, a implementaçom de campanhas de sensibilizaçom, a promoçom de um guia de recursos em galego para as diferentes matérias e trechos educativos, garantir a existência de material pedagógico nesta língua para as diferentes disciplinas, etc.
+ Ligaçom relacionada:
- A Mesa denuncia que o novo curso escolar comeza sen avances na aplicación do decreto do galego. A Mesa, 24 de Setembro de 2008.
