A língua em décadas: conversa com José Luís Rodríguez



cartaz-a-lingua-em-decadas-80Na próxima quarta-feira, dia 28 de abril, decorrerá a segunda convocatória do ciclo de conversas organizado pola AGAL “A língua em décadas”, umha série em que a diretora do PGL, Charo Lopes, falará com diferentes vultos em matéria de língua ligados a umha determinada década. A atividade está subvencionada pola Deputaçom da Corunha, e tem por objetivo analisar os acontecimentos chave a nível de língua e a sua repercussom para o idioma.

Após ter começado com a década de 70 e a participaçom do linguista José-Martinho Montero Santalha, que pode ver-se aqui, continua agora a conversa focada na década de 80, em que o protagonista será o professor José Luís Rodríguez.

O evento poderá seguir-se ao vivo, às 20h desde as contas do PGL de youtube e do facebook. As pessoas assistentes poderám escrever comentários ou perguntas durante a entrevista.

O evento poderá seguir-se ao vivo, às 20h desde as contas do PGL de youtube e do facebook. As pessoas assistentes poderám escrever comentários ou perguntas durante a entrevista.

José Luís Rodríguez

José Luis Rodríguez fronte á casa de Carvalho Calero en Compostela.

José Luis Rodríguez em Compostela.

O professor José Luís Rodríguez foi protagonista e testemunha privilegiada duma época conturbada da Universidade e das políticas linguísticas propugnadas polas instituições académicas e políticas para a língua do País. Em 1979, por concurso oposiçom, ganha a vaga de Professor Adjunto de Língua e Literatura Portuguesa, matéria na que foi catedrático universitário de 1994 até a sua reforma em 2017.
A partir da Área de Filologia Galega e Portuguesa, na qual exerceu a docência e a investigaçom, mormente no campo da medievalística e do relacionamento galego-português, estabeleceu contactos, firmes e duradouros, com personalidades do momento tam marcantes como os também professores Ricardo Carvalho Calero, Manuel Rodrigues Lapa ou, ainda, Ernesto Guerra da Cal.
Em 1979 foi secretario da Comissom Linguística da Xunta preautonómica para a elaboraçom das Normas ortográficas do idioma galego (1980), proposta finalmente impugnada. Daí, foi sócio fundador da AGAL, e agente central do movimento reintegracionista em defesa da língua na década de 80 até a atualidade.


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