A decisom surpreendeu os centros onde se cursa bacharelato, que venhem de receber o aviso com esta informaçom, relativa ao temário de galego, unha vez começado o curso académico.
A circular da Comisión Interuniversitaria da Galiza (CiUG), órgao encarregado de organizar os exames da prova de Avaliación de Bacharelato para o Acceso á Universidade (ABAU) elimina, para o exame de língua galega, qualquer possibilidade de realizar umha análise histórica e sociolinguística anterior ao ano 1981. “As perguntas sobre história da língua centraram-se no galego depois da sua oficializaçom em 1981”, diz textualmente a aviso.
“As perguntas sobre história da língua centraram-se no galego depois da sua oficializaçom em 1981”, diz textualmente a aviso.
A explicaçom que deram da CiUG sobre esta mudança justifica-se na entrada em vigor do decreto da Xunta da Galiza que modifica os conteúdos do bacharelato. Porém, a CiUG tinha a potestade de mater o temário da ABAU.
Jon Amil, presidente da AGAL, em declarações para este Portal, manifestou a respeito desta medida que “a oficialidade da língua e o seu estado atual nom se entendem sem a sua história anterior. A repressom franquista, o trabalho realizado por diversas associações e entidades ao longo do século XX… nom se pode entender o presente da língua sem esse passado.”
Jon Amil, presidente da AGAL, em declarações para este Portal, manifestou a respeito desta medida que “a oficialidade da língua e o seu estado atual nom se entendem sem a sua história anterior.”
Também a Mesa pola Normalización Lingüística, manifestou o seu desacordo com esta decisom, segundo declarou o seu presidente, Marcos Maceira: “isto é algo inexplicável de qualquer ponto de vista. Já nos dirigimos à CiUG para que retifique esta decisom quanto antes”. Ainda, o presidente da entidade em defesa da língua comentava “no caso dos exames de língua castelá também só se estuda a partir 1981?” e destacava que “o trato entre galego e espanhol é mui desigual”.
