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Xunta ameaça com eliminar um docente de português na EOI de Lugo

Segundo informam docentes da Escola Oficial de Idiomas de Lugo, recentes mudanças na planificação do centro para o ano próximo reduzem drasticamente a oferta horária unicamente para a língua portuguesa, eliminando um professor e causando prejuízo às alunas e alunos.

A redução da oferta de grupos está-se a fazer antes de que o estudantado possam realizar as suas inscrições e hoje, já aberta a inscrição, não aparecem os grupos que foram eliminados na escolha do alunado. Dessa maneira reduzem-se de forma drástica as suas possibilidades de inscrição. Aquilo que está em causa são os grupos de iniciação que sempre se ofereceram em horário de manhã e em horário de tarde, sendo que agora a proposta, que não caiu nada bem em docentes e estudantes, é oferecer só dois grupos em vez de quatro.

Desde há anos, três professores lecionam na escola de línguas de Lugo, sendo dois deles com destino definitivo e o terceiro interino. Há mais de 14 anos que esse terceiro professor existe na escola. Tanto é assim, que no último Acordo de Estabilização de Interinos de todas as escolas galegas, foi essa a única vaga de português convocada. Também saiu como destino no último Concurso Geral de Translados.

Uma decisão incompreensível em opinião dos docentes, que argumentam que o alunado está estabilizado em aproximadamente 90 alunos por ano e que, afora o inglês, mostra uns dados de “matrícula” semelhante para todas as diferentes línguas.

“Estamos certos de que a oferta horária de português que se impõe para o próximo ano irá supor um grave prejuízo, não só para a matrícula do ano 2024-25, senão para os anos seguintes. Concretamente, a redução dos grupos de nível A2 (básico), que na nossa oferta era de 4 grupos, como tivemos desde há mais de 12 anos, e que passaria a ser só de 2.”, denunciam da DPG.

“A matrícula nos níveis de iniciação é a base para as matrículas dos níveis superiores nos próximos anos. De facto, o normal é oferecermos mais grupos de básico do que dos seguintes.”

O período de inscrição, hoje já em andamento, impediria, apenas para português, as inscrições nalguma das ofertas horárias. Os docentes da escola pedem que se volte à oferta horária elaborada pelo departamento. Os dados de inscrição, asseguram, falarão por si próprios justificando a oferta prévia.

Dez anos da Lei Paz Andrade

Da Docentes de Português (DPG) sinalam que “não compreendemos como o 10 Aniversário da Paz Andrade e os últimos acordos parlamentares de há uns meses ainda parecem colidir uma vez sim e outra também com inércias contrárias ao avanço duma oferta adequada de português em todos os centros, até naqueles onde há de longa data uma oferta e procura estabilizadas.”

Da associação solicitam da administração educativa que não sejam toleradas discriminações injustificadas do português assegurando uma oferta e tratamento igualitário com respeito às outras línguas. Em concreto que realize as gestões necessárias para assegurar que não se quer impedir a oferta nem o crescimento do português na EOI de Lugo.

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