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Revista ‘Fervenzas Literarias’ escolhe Através como a 3ª melhor editora de 2015

fervenzasA Revista de Literatura Galega ‘Fervenzas Literarias’ escolheu a Através como a 3ª melhor editora do ano 2015. Organizados desde 2007, estes prémios, sem dotaçom económica, reconhecem diversos aspetos do mundo da ediçom. O sistema de votaçom é público e funciona a partir de um inquérito aberto aos leitores e às leitoras entre os meses de dezembro e janeiro de cada ano.

Para além da distinçom coletiva à editora, cabe salientar também as individuais. Deste modo, Ostrácia de Teresa Moure, e seique de Susana Sánchez Arins, alcançárom respetivamente os postos 4º e 10º entre os melhores livros de narrativa de 2015.

No género do ensaio, Ernesto Guerra da Cal. Do exílio a galego universal, de Joel R. Gômez, situou-se no terceiro lugar. Já em desenho, a capa elaborada por Ricardo Cabanelas para ‘Ostrácia’ é a quarta melhor do ano.

«Satisfaçom» na Através

Estes prémios vêm reconhecer o labor da editora e evidenciar que a sua «filosofia» vai abrindo espaços num sistema editorial e espaço cultural tam fechado e limitado como o galego. Valentim Fagim, um dos co-diretores da Através Editora, manifesta a sua «satisfaçom» por este terceiro lugar. Em sua opiniom, este facto evidencia «as simpatias que gera o projeto editorial da AGAL», um projeto que, «embora amador, está a gerar bons produtos».

Qual é a filosofia da Através?

O próprio nome da nova editora indica umha vontade de ultrapassar a fronteira política, e muitas vezes mental, que separa a Galiza do resto da Lusofonia. Para nós a aproximaçom da Galiza e os países de expressom portuguesa é a demonstraçom da via reintegracionista como válida para marcar um padrom galego atual e útil que permita aprofundar num verdadeiro processo de normalizaçom lingüística.

O nosso objetivo editorial centra-se na potencialidade da filosofia reintegracionista como saída viável para a recuperaçom e normalizaçom da língua galega na Galiza. Partindo desta focagem Através|Editora publica em galego internacional para os mercados de Portugal e Galiza, e se existir a possibilidade para o Brasil e os PALOP’s.

Fonte: Através Editora

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