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O Senado espanhol segrega o valenciano do catalám

PGL – Os conselheiros e senadores da Comissom Geral das Comunidades Autónomas do Senado, onde esta quinta-feira participa o vice-presidente da Política Territorial, Manuel Chaves, e o conselheiro do Interior, Relações Institucionais e Participaçom da Generalitat, Joan Saura, disporám de sete intépretes dos quais dous se encarregarám da traduçom das intervenções em catalám, e um outro, segundo fontes da Câmara, das feitas em valenciano. 

Haverá também dous para o éuscaro e dous mais para o galego. O Senado fai esta mesma distinçom na sua página web, onde os visitantes encontram a opçom de visualizá-la em catalám e em valenciano, além de galego, basco e inglês.

Fontes da Câmara presidida por Francisco Javer Rojo apontam que o uso de intérpretes para catalám e valenciano na Comissom Geral das Comunidades Autónomas decorre da modificaçom do regulamento da Câmara alta que foi aprovado por todos os grupos em Setembro de 2005, e que se aplica desde aquele momento. Ao todo o Senado tem seleccionados 25 intérpretes de todas as línguas cooficiais que assistem às sessões quando som requeridos, mas que nom som pessoal interno da Câmara.

O artigo 56 da reforma de 2005 estabelece que as intervenções das sessões da Comissom Geral das Comunidades Autónomas poderám ser feitas «em quaisquer das línguas que tenham carácter de oficiais nalguma Comunidade Autónoma, de acordo com a Constituiçom e com o correspondente Estatuto», facto que, segundo fontes do Senado, leva a fazer a traduçom para valenciano porque o Estatuto do País Valenciano estabelece que a sua língua cooficial é «o idioma valenciano»

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