O primeiro de Abril vam os burros onde nom têm que ir



burroOntem noticiávamos neste portal o lançamento do livro religioso judeu Talmude, por parte da Através Editora.

Mas na Galiza, como em Portugal, Brasil e muitos outros Estados, do Reino Unido à Alemanha, Estados Unidos ou Finlandia, o primeiro de abril é o dia das mentiras. Assim é que, se alguém ficou com a dúvida, por agora, esta informaçom é falsa:

O carimbo editorial da AGAL amplia o seu catálogo no terreno da literatura religiosa incorporando o Talmude, um registo de discussons rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo. A co-diretora da Através, Teresa Pillado, salienta a importáncia de incluir este título “para reforçar a transversalidade do movimento reintegracionista, pois nom se pode obviar a força do sentimento religioso em todas as culturas”. Pillado lembra a aproximaçom prévia ao budismo feita com a publicaçom de O que é o zen?, de Dokushô Villalba.

Esta obra foi subsidiada pola Embaixada da Israel na Espanha, quem encomendou a traduçom aos professores da Universidade de Tel Aviv, Avi Rudin e Saul Berenson. A embaixadora israeliana, Rodica Radian-Gordon agradeceu num comunicado o interesse da Através na publicaçom desta obra lembrando a boa receçom da cultura hebreia na Galiza, mesmo como o foco de eventos tam populares como a festa da Istória de Riba d’Avia. Para Radian-Gordon, era imprescindível que este texto fosse publicado com uma ortografia “que nos transporta para aqueles tempos em que a comunidade judia estava integrada em plenitude na sociedade galega contribuindo significativamente ao seu esplendor”.

 


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  • https://pglingua.org/index.php abanhos

    Que mo digam a mim.

    Na aldeia (Sam Paio d’Abades), fum informado por Marisa, que um escultor esculpira um corvo de pedra no Penedo do Corvo, e por isso o amigo Coisa, o prefeito, movera na deputaçao, e agora andavam arranjando o caminho da azureira (rota do contrabando, diz numa faixa). Peguei o caminho pra olhar essa maravilha, e lá cheguei e nao havia a tal escultura, era o penedo que de longe semelha um corvo. Começaram as nuvens que ameaçavam, a desabar, e cheguei para o jantar (meiodia) pingando. Fum onde a Marisa…e diz-me, ai hó Alexandre, e logo nao sabes que hoje é o primeiro de abril…
    Quando a noite lim no PGL…já andava avisado