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O Colégio de Jornalistas traslada a sua inquietaçom pola situaçom dos meios públicos galegos

A Junta de Governo do Colégio Profissional de Jornalistas da Galiza exprimiu a sua preocupaçom pola deterioraçom das relaçons laborais que se está a produzir na Corporaçom Radiotelevisom de Galiza. No último mês, fôrom múltiplas as queixas e solicitaçons de amparo de profissionais da comunicaçom sobre trasladaçons forçosas e imediatas de pessoal entre os diferentes postos de redaçom da corporaçom. A isto, somou-se o anúncio de limitaçons para a celebraçom de assembleias do pessoal nas instalaçons da CRTVG. 

No último mês, fôrom múltiplas as queixas e solicitaçons de amparo que chegárom ao colégio sobre trasladaçons forçosas e imediatas de pessoal entre os diferentes postos de redaçom da corporaçom.

Por todos estes motivos, 21 de fevereiro, o Colégio de Jornalistas enviou umha carta ao Diretor de Recursos Humanos da CRTVG, solicitando umha exposiçom detalhada das razons que Justificariam as mudanças de posto de trabalho apesar dos efeitos nocivos para a informaçom da cidadania e a estabilidade do quadro de pessoal. A resposta de Víctor Tubío Villar foi que estas valoraçons correspondiam à direcçom executiva da Corporaçom, polo que, no dia seguinte, o Colégio elevou a sua petiçom ao Diretor Geral. Numha carta recebida no Colégio a 8 de março, Alfonso Sánchez Izquierdo declinou facilitar informaçom sobre o particular, assegurando que a direçom já dá conta das decisons ante o Conselho de Administraçom, o Parlamento de Galiza ou o Conselho de Contas de Galiza.
 
Ante a negativa a justificar a difícil posiçom em que se estám a colocar os meios públicos galegos, e como entidade de direito público criada pola lei 2/1999 do Parlamento de Galiza e que ostenta a representaçom legal dos e das jornalistas galegas, o Colégio Profissional de Jornalistas de Galiza dirigiu-se entom ao Conselho de Administraçom da CRTVG, aos diferentes grupos parlamentários galegos, e a todos os membros da Comissom Permanente nom Legislativa de Controlo da Corporaçom Rádio e Televisom de Galiza, para solicitar que trasladem pola via correspondente a inquedança e as demandas deste Colégio. Os grupos dos Socialistas de Galiza e do Bloque Nacionalista Galego já comunicárom a sua vontade de elevar as petiçons da profissom jornalística à sede parlamentária.

Como entidade de direito público criada pola lei 2/1999 do Parlamento de Galiza e que ostenta a representaçom legal dos e das jornalistas galegas, o Colégio Profissional de Jornalistas de Galiza dirigiu-se ao Conselho de Administraçom da CRTVG, aos diferentes grupos parlamentários galegos, e a todos os membros da Comissom Permanente nom Legislativa de Controlo da Corporaçom Rádio e Televisom de Galiza. 
Como empregados e empregadas públicas, o quadro do pessoal da CRTVG tem direito à progressom na carreira profissional e ao reconhecimento da experiência e dos conhecimentos adquiridos, direito que coloca em questom traslaçons forçosas como as que se estám a realizar. No Colégio de Jornalistas observam ademais com inquietaçom o detrimento da qualidade da informaçom que podem causar as mudanças nom negociadas de postos de trabalho, realizadas de jeito automático, entre meios tam diferentes como os que integram a CRTVG, com linguagens, técnicas e especificidades próprias. 

No Colégio de Jornalistas observam ademais com inquietaçom o detrimento da qualidade da informaçom que podem causar as mudanças nom negociadas de postos de trabalho, realizadas de jeito automático, entre meios tam diferentes como os que integram a CRTVG, com linguagens, técnicas e especificidades próprias. 

Para o Colégio de Jornalistas é de extrema importância garantir que os e as profissionais dos meios públicos podam desenvolver o seu trabalho com plena independência, liberdade e sentido da responsabilidade, num clima de diálogo profissional em que as discrepâncias podam canalizar-se de maneira adequada. Lembram, ademais, que continuam sem pôr-se em marcha na CRTVG aspetos essenciais incluídos na Lei 9/2011 dos meios públicos de comunicaçom audiovisual de Galiza, como o Estatuto Profissional e o Conselho de Informativos, que possibilitariam a participaçom interna dos e das profissionais da informaçom.
 

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