Ministério espanhol de Transiçom Ecológica nega ajudas ao Concelho de Cambados por usar o galego



conselho-de-europaA Mesa pola Normalizaçom Linguística anuncia que denunciará perante o Conselho de Europa a “vulneraçom reiterada” da Carta Europeia das Línguas por parte do Governo espanhol e pede o posicionamento claro e rotundo do presidente da Junta, “defendendo a dignidade coletiva do povo galego e o direito a usar a nossa língua, também na administraçom municipal”, depois que o Ministério de Transiçom ecológica denegasse umha ajuda ao Concelho de Cambados por estar redigida em língua galega.

Da Mesa advertem que nom é a primeira vez que se dá esta situaçom, já que o mesmo Ministério tem denegado previamente ajudas a Santiago, Santa Comba e Teo polo uso do galego.

Da Mesa advertem que nom é a primeira vez que se dá esta situaçom, já que o mesmo Ministério tem denegado previamente ajudas a Santiago, Santa Comba e Teo polo uso do galego.

O presidente da Mesa, Marcos Maceira, exprimiu a sua solidariedade com o Concelho de Cambados e trasladou-lhe o apoio da entidade frente a situaçom, que “mutila um artigo da Lei de procedimento administrativo para coacionar pessoas e administraçons para que deixem de usar umha língua oficial”.
Maceiras assinalou que “o Governo tem de atuar e eliminar as pessoas galegófobas da Administraçom, ademais de condenar um gesto de desprezo, coaçom e chantagem”.
A demanda específica tinha a ver com o Serviço Provincial de Costas de Ponte Vedra, que depende do Ministério para a Transiçom Ecológica, e que rejeitou o documento técnico elaborado pola câmara municipal de Cambados para a tramitaçom do plano especial do Porto de Sam Tomé e Tragove, a causa de estar redigido em galego. Segundo explicou o concelheiro de Urbanismo do município, Xurxo Charlín, para Nós Diario, a delegaçom pontevedresa do serviço de Costas foi quem rejeitou o trâmite, por nom estar em espanhol.


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  • https://pglingua.org/index.php abanhos

    O estado espanhol pode descumprir a lei a que vem obrigado como estado de direito!, é dizer que tem que agir de acordo com a lei, neste caso A Carta Europeia das línguas minorizadas e minoritárias línguísticas, além do respeito a Minoria nacional galega de acordo aos tratados que tem assinados e que formam parte do ordenamento ingterno artg, 96 Const., a que está obrigado, o descumpre e não passa nada.
    Reconhecer direitos, este estado que não é de direito pois como tal não age, não está no ADN imperialista e de imposição do castelhano, e parece que não passa nada.
    Já está bem, como diz o português de Castela nem vento nem casamento.