PGL – O Estatuto de Autonomia de Aragom é o único de todo o Estado que nom reconhece as línguas que se falam no seu território para além do castelhano: aragonês e catalám.
Isto pretende ser superado com umha proposta de Lei de Línguas que foi apresentada polo PSOE nas Cortes de Aragom, e que conta com o apoio da Chunta Aragonesista e de Izquierda Unida. O PAR ainda nom se tem manifestado publicamente ao respeito mas vários dos seus comités locais convocárom umha jornada reivindicativa contra a iniciativa legislativa para o dia 12 em Monzón.
Umha das linhas argumentativas para se opor a esta lei já se tem aplicado noutros contextos como a Galiza e Valência: negar a unidade da língua. É o que defende a plataforma No Hablamos Catalán. No seu site afirmam que o seu objectivo é evitar que o termo de catalám seja incluído na Lei de Línguas para designar «a língua e cultura aragonesas do Aragom Oriental, entendendo que os cidadaos de aquelas comarcas som de língua e cultura aragonesas».
Outro dos seus objectivos é «defender a cultura, o património e as línguas de cada Comunidade autónoma (aragnês, valenciano, catalám e balear) da antiga Coroa de Aragom, bem como a línguas que as vincula, o castelhano ou espanhol, recusando totalmente o imperialismo nascido através do conceito de Països Catalans»!
Para o vicepresidente da Plataforma No Hablamos Catalán, José Francisco Guerrero, «a Lei de Línguas vai além de umha questom linguística». Segundo este dirigente «com esta lei, que pretende introduzir a Catalunha no nosso território, jogamo-nos a identidade íntegra de Aragom e a unidade territorial espanhola».

