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Laiovento edita “Cartas de Galiza”, as crónicas de Prosper-Henri Devos


Esta nova ediçom e traduçom das Cartas de Galiza atualiza e anota as oito crónicas que Prosper-Henri Devos publicou no jornal L’Etoile Belge entre setembro e outubro de 1912, um documento de grande valor histórico e literário de difícil aceso na atualidade, que fora publicado por Galaxia em 1968 por Xosé Ramón Fernández Oxea (Ben-Cho-Shey). A ediçom, traduçom (em norma ILG-RAG) e as notas da atual ediçom publicada em Laiovento som da doutora María Obdulia Luis Gamallo. O livro pode encetar-se aqui, e comprar-se aqui.

Em Cartas de Galiza, o escritor belga aventura-se numha busca do eu interior, que atopa na Galiza o seu espaço de evasão, onde simpatiza com as classes populares e contribui a descrever a realidade galega de inícios do século XX: As cidades, a arquitetura e o povo. Na procura de si próprio, Prosper-Henri Devos atopa umha realidade que o cativa e fará amizade com os cenáculos literários ourensaos, numha etapa de esplendor e abertura cultural.

Prosper-Henri Devos
Prosper-Henri Devos (1889-1914), escritor belga, tradutor e colaborador em diferentes jornais e revistas. Publicou Un jacobin de l’An CVIII (1910) e Monna Lisa (1911) e deixou umha terceira novela inconclusa, L’Assaut de Chaves, e umha obra de teatro inédita, La Prudence du Roi Philippe. Chega a Galiza em 1912 como correspondente do jornal L’Étoile belge ao que envia as oito crónicas que publicará com o título Lettres de Galice como apéndice de Un jacobin de l’An CVIII, na sua ediçom de 1913. Segundo Maurice Wilmotte, a morte prematura de Devos na Primeira Guerra Mundial, priva as letras belgas em língua francesa dum escritor destinado a lhe dar um pulo de modernidade. A sua amizade com os cenáculos ourensaos durará até a sua morte.

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