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João Aveledo apresenta As histórias da Galiza natural no Festival de Pardinhas

O evento decorrerá no domingo, dia 3 de agosto, às 13h, dentro da programaçom do Festival, organizado pola associaçom cultural Xermolos, cuja localizaçom exacta é esta.

O autor estará acompanhado por Roberto Bao Casal, autor do prólogo do livro.

O livro é o número 40 da coleçom Através de Nós e foi coordenado por Valentim Fagim e Vítor Giadás. A diagramação e capa é um trabalho de Miguel Durão.

É este um livro feito com mimo, armado devagar durante uma vida inteira de caminhadas “das ribeiras do Návia às do Douro, da Costa da Morte aos Montes de Leão”, por “terras mornas e húmidas”, “entre granitos e xistos”. É uma caixa em que o autor foi guardando, nas suas excursões e leituras, pedaços dos “bosques antigos e lendários”, das “águas oceânicas, que no Aquém-Minho se adentram nos vales fluviais” e até mesmo de “relíquias de eras glaciais”.
Hoje recupera, desses vinte e cinco anos de trabalho, um total de 80 textos, publicados em diferentes meios de comunicação social galegos, arrumados por temáticas e acompanhados de vários índices onomásticos. Uma ferramenta incontornável para conhecer melhor “um variado território de características naturais peculiares”: um “país velho e suavemente ondulado” que se estende “por cima de estados, por cima de comunidades autónomas”. O Maciço Galaico-Duriense. A Galiza Natural.

O livro pode começar a ler-se aqui.

Sobre o autor:

João Aveledo nasceu na Crunha em 1964, filho de mestres e neto de labregos. Mas está especialmente vinculado ao Gestal (Monfero), a aldeia materna, onde vive boa parte do ano e onde tem um pequeno rebanho de ovelhas.
‘Bichólogo’ e ‘boticário sem botica’. Entre os anos 1993 e 1994 trabalhou como auditor ambiental, vinculado à Comissão Galega do Ambiente. Atualmente ganha a vida como professor de Diagnóstico Clínico.
É sócio da AGAL e da Sociedade Galega de Ornitoloxía. Foi um dos fundadores da A. R. Bonaval e do Movimento Defesa da Língua.
Formou parte, com V. Vila Verde e E. Maragoto, do coletivo “Filmes de Bonaval”, sob cuja autoria foram publicados os documentários: “Entre Línguas”, “Em Companhia da Morte” e “A Fronteira Será Escrita”. Também dirigiu “Saltério de Fingoi. O exílio lucense de Carvalho” e “Machado”, performance escultórica realizada em colaboração com F. Remiseiro e G. Díaz. Na sua faceta literária, publicou O Livro Vermelho do Reintegracionismo e o poemário Arceia.

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