Já está a chegar: ‘1981, Ano zero da língua galega’

Multiplas e diversas vozes participam neste filme, refletindo sobre estas quatro décadas e culminando com a pergunta: E agora quê?



A AGAL produz um documentário sobre os 40 anos da oficialidade do galego na Galiza, em parceria com Nós Televisión e com uma ajuda da Deputaçom da Corunha.

 

Neste ano 2021, que hoje termina, a AGAL celebrou o 40º aniversário da sua fundaçom que, nom por acaso, coincide com o ano no que também se concretiza a oficialidade do galego, na Galiza. E sobre isto último que trata o documentário ‘1981, Ano zero da língua galega’, onde um leque muito diverso e amplo de protagonistas destas décadas, analisam e oferecem a sua opiniom sobre como decorreu a oficialidade do galego entre 1981 e 2021; e do que esta tarde foi estreado o trailer nas redes.
Uma peça audiovisual conduzida por Nee Barros, na que se achegam dados e se contrastam opiniões sobre os avanços e os retrocessos destes quarenta anos. O audiovisual está co-dirigido na parte de conteúdos por Valentim Fagim e Miguel Penas e na parte técnica por Diego Frey e Roi Ribeira, e tentará trasladar um relato atual e accesível, que também mostrará quais serám os reptos futuros do galego.

Uma peça audiovisual conduzida por Nee Barros, na que se achegam dados e se contrastam opiniões sobre os avanços e os retrocessos destes quarenta anos. O audiovisual está co-dirigido na parte de conteúdos por Valentim Fagim e Miguel Penas e na parte técnica por Diego Frey e Roi Ribeira, e tentará trasladar um relato atual e accesível, que também mostrará quais serám os reptos futuros do galego.

O documentário contará com duas versões, uma completa que por volta de uma hora e média deconstruirá a intrahistória do galego nestas décadas. E outra, numa versom de quatro capítulos, de nom mais de vinte minutos, no que se irá fazendo um percurso década a década -os 80, os 90, os 00 e os 10- e que estám focados e adaptados para poder ser trabalhados nas aulas de secundária e bacharelato.

O documentário contará com duas versões, uma completa que por volta de uma hora e média deconstruirá a intrahistória do galego nestas décadas. E outra, numa versom de quatro capítulos, de nom mais de vinte minutos, no que se irá fazendo um percurso década a década.

Maria Xosé Queizán, Ramón Villares, Alba Nogueira, Eduardo Maragoto, Elvira Souto, Valentín García, Tiago Peres, María Solar, José Luis Rodríguez, Beatriz Bieites, Manolo Portas, Elias Torres, Ana Miranda, Bernardo Penabade, Henrique Monteagudo, Susana Sánchez Arins, Pilar García Negro e Martinho Montero Santalha som alguns dos rostos e vozes que se pode ver e ouvir neste trailer que avança o que com certeza será um dos documentários mais interessantes do panorama galego no próximo 2022.

 


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  • Antonio Gil

    Bom, vale, mas acho que não são bons os inchamentos. Sem sermos humildes, conduta que fica para os santos, sim devemos reconhecer que o ANO ZERO DA LÍNGUA DA GALIZA foi anterior a 1981. Todos os precursores culturais e políticos, a começar pelo P.e Sarmiento, natural da Ponte Vedra, e seguir pelo bardo Pondal (“à nobre Lusitânia …”) e continuar com Viqueira (“viver no português é viver no mundo”) …
    Enfim, sei que a AGAL conhece a existência mais ou menos lábil de entidades lusófono-galaicas, maâs ou menos, também, contemporâneas da AGAL, como a Associação de Amizade Galiza-Portugal, as Irmandades da Fala da Galiza e Portugal, a Associação Sócio-Pedagógica Galego-Portuguesa, … Há ainda mais, que outras pessoas podem citar.
    Sem embargo do acima dito, ninguém negará os méritos reintegracionistas da AGAL e menos ainda eu, que fui um dos “mães” dela que parimos “com suor e lágrimas” e quase com sangue, por vezes.
    Longa Vida aos Reintegracionistas Agálicos e aos outros!
    (Sei que abrireis a urna no ano 2081 e achareis muitas surpresas. Eu não estarei, mas, como se estivesse …)