Partilhar

Impor 50% de castelhano seria «a morte do catalão na escola», disse a conselheira catalã da Educação

A política linguística para o ensino obrigatório em Catalunha é uma das principais linhas de confronto entre as instituições centrais do Estado e as desta comunidade autónoma. A conselheira da Educação, Irene Rigau, denunciou que a redução da presença do catalão até a quota de 50%, como propõe o recurso do Governo espanhol ao Tribunal Supremo, suporia «a morte» desta língua na escola.

A situação denunciada pela conselheira catalã chama a atenção com a situação na Galiza, onde a presença atual do galego nos níveis de ensino obrigatório é mesmo inferior aos 50%. De facto, o sindicato CIG-Ensino exigiu recentemente que a totalidade das matérias sejam lecionadas em galego.

A este respeito, a atitude do Governo espanhol a pôr em causa os modelos de imersão linguística para as línguas «regionais» é paradoxal, quanto que o sucesso deste modelo é defendido por ele próprio quando se referir a línguas estrangeiras.

 + Ligações relacionadas:

A campanha de dinamizaçom da língua, #aquitaménsefala alarga-se por dúzias de centros de ensino

Divulgação das “Vozes Femininas de Angola e Moçambique” na Faculdade de Filologia da Universidade da Corunha entre 11 e 21 de Dezembro

“A nossa música tradicional está muito viva”

Pastéis de bacalhau

Alba Blanco, 21 anos: “O único galego mal falado é o que não se fala”

A Ukestra do Medio abre o 1º Potemfest em Compostela

A campanha de dinamizaçom da língua, #aquitaménsefala alarga-se por dúzias de centros de ensino

Divulgação das “Vozes Femininas de Angola e Moçambique” na Faculdade de Filologia da Universidade da Corunha entre 11 e 21 de Dezembro

“A nossa música tradicional está muito viva”

Pastéis de bacalhau