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Gromo, brote ou surto de coronavírus?

Ainda que o debate vinha de bastante atrás, desde que fora proposta do consultório @emgalego da AGAL no twitter, a palavra “surto” usada na Lusofonia para definir o surgimento repentino de umha doença num determinado lugar avançara com força entre quem usa o galego nesta redes social. Porém, existiam também outras alternativas para o galego, resultado da traduçom do mesmo símil botânico que usa o espanhol para o galego: abrocho ou gromo, por exemplo.

Foi finalmente por “gromo” que se inclinou a RAG, umha decisom explicada por Manuel González (coordenador do Seminario de Lexicografia) no próprio portal académico, provocando umha forte polémica com o reintegracionismo e mais galego-escreventes que entendiam que a RAG estava a contradizer o seu princípio quarto de usar o português para ampliar o vocabulário técnico.

Entre as respostas a esta decisom, o presidente da AGAL pronunciou-se em vídeo:

Efigênio Moura: “O galego é como se tivesse encontrado um parente que ninguém da família tinha me apresentado”

Ângelo Brea: “O amor pela família, o cuidado dos filhos ou as exigências de uma vida com grandes responsabilidades atravessam os milénios”

Burela, romance do escritor brasileiro Efigénio Moura, disponível em pré-venda na loja online da Através Editora

Lançamento de Begonha Caamanho, uma das nossas, em Lugo

Ângelo Brea apresenta Ensinamentos de Rahotep em Bertamiráns

Através Editora publica Ensinamentos de Rahotep, de Ângelo Brea, obra ganhadora do I Prémio de Criação Literária da Cátedra Carvalho Calero da USC

Efigênio Moura: “O galego é como se tivesse encontrado um parente que ninguém da família tinha me apresentado”

Ângelo Brea: “O amor pela família, o cuidado dos filhos ou as exigências de uma vida com grandes responsabilidades atravessam os milénios”

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