Há umhas semanas atrás, fazia-se viral na internet um vídeo no que umha criança galega tentava falar com um aparelho electrónico configurado em castelhano, e no que finalmente a nena entende que Siri -a máquina- nom entende a sua língua.
Daí, dúzias de famílias galegofalantes tenhem difundido em redes sociais, sob o hashtag #naminhacasatodoemgalego momentos do seu quotidiano em que crianças galegofalantes brincam com aparelhos tecnológicos configurados em português, nomeadamente do Brasil. Como nestes exemplos:
?Hoje no @NosDiario
"Poderemos discutir o papel que para nós podem ter os recursos tenológicos, literários, audiovisuais… daqueles países em que a nossa língua é de uso plenamente normalizado e oficial, mas algum deve ter, nom?"#NaMinhaCasaTodoEmGalegohttps://t.co/g2l1Bdqjcc pic.twitter.com/CEQl9u89j7— Bruno Lopes Teixeiro (@BrunoLTeixeiro) September 30, 2021
#NaMinhaCasaTodoEmGalego#Galego#Galiza#Brasil#Portugal pic.twitter.com/hh7wL1uhVj
— O Valinho Pequeno ?? (@Quiquinho5) October 1, 2021
#NaMinhaCasaTodoEmGalego#Galego#Galiza#Brasil#Portugal pic.twitter.com/JzmaMkkVqT
— Valentim R. Fagim (@valentimrfagim) September 29, 2021
Esta campanha espontânea permite dar conta da perspectiva reintegracionista para além da questom ortográfica, vendo como muitos recursos que se demandam infrutuosamente à administraçom espanhola, já estám disponíveis na nossa língua com outros sotaques.
