PGL – O grupo parlamentar do BNG denuncia a actuaçom do Governo à hora de repartir as ajudas para normalizaçom lingüística nos concelhos. Segundo os nacionalistas, “nom há critérios objectiváveis” para umha reduçom dos fundos de 25%, além de vários casos que amossam nulo estudo da situaçom lingüística em cada contexto.
Segundo os cálculos achegados polos parlamentares do BNG, os recursos públicos destinados a este aspecto passárom de 800.000 euros a 602.668. Aliás, dam-se situaçons tam paradoxais como que Vigo e a Corunha recebam pouco mais de 11.000 euros (perto de 300.000 habitantes em ambos casos), frente a outras câmaras que recebem entre 7.000 e 9.000, com populaçons entre os 3.000 e os 6.000 habitantes.
Todo isto é mais grave atendermos à situaçom sociolingüística, pois a maioria destes núcleos tenhem umha presença do nosso idioma muito maior do que as cidades e grandes vilas do País.
Para além deste reparto, fruto do “nulo estudo da situaçom” ou dumha “intencionalidade marcada”, cumpre destacar que as câmaras municipais de populaçons inferiores a 3.000 habitantes ficam fora destes subsídios, o qual fai impensável que a maioria deles podam manter sem esta ajuda um serviço de normalizaçom lingüística, ficando ermo este âmbito “e abandonando-o à sua sorte”, critica o BNG.
Por isto,o grupo nacionalista apresentou umha questom parlamentar para conhecer, por parte da Secretaria Geral de Política Lingüística, quais som as previsons orçamentais em matéria de normalizaçom, se continuará a manter estes critérios de distribuiçom de subsídios e que medidas políticas se adoptarám neste âmbito para a normalizaçom do idioma próprio.
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