Partilhar

Ciclo de cinema lusófono com filmes portugueses, brasileiros e galegos em Vigo

Entre o 3 de novembro e o 1 de dezembro Abella Producións projetará no Instituto Camões de Vigo umha amostra de 4 longametragens e 4 curtametragens galegas, portuguesas e brasileiras.

Na quinta-feira, dia 3 de novembro, Abella Producións vai pór em andamento a segunda ediçom do projeto Unha Ponte coa Lusofonía II, umha programaçom cinematográfica com a que achegará ao Centro Cultural Camões de Vigo curtametragens e longametragens de recente produçom de Portugal, Brasil e Galiza.

Todos os eventos som de graça e comezam às 19:30 h na sede do Centro Cultural Camões de Vigo.

A amostra lusófona complementar-se-á com a Exposiçom fotográfica: Detrás da cámara: Unha viaxe polas rodaxes do cinema galego, que se poderá visitar no Café UF do 15 de novembro ao 15 de decembro.

Esta atividade é feita com o apoio da Deputación de Pontevedra, da Embaixada de Brasil no Estado espanhol, através do projeto Novocine e o Centro Cultural Camões de Vigo.

 

Resumo da programaçom

  • 3 de novembro – 19:30h
    Portugal pequeno, de Victor Quintanilla ( Brasil )
    Sertânia, de Geraldo Sarno ( Brasil )
  • 10 de novembro – 19:30h
    O homem do lixo, de Laura Gonçalves ( Portugal )
    O labirinto da saudade, de Miguel Gonçalves Mendes ( Portugal )
  • 24 de novembro – 19:30h
    Augas abisais, de Xacio Baño ( Galiza)
    A illa das mentiras, de Paula Cons ( Galiza )
  • 1 de decembro – 19:30h
    O niño dos paxaros, de Lucia Estévez ( Galiza )
    A vida invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz ( Brasil)

Carme Saborido: “A leitura continuada pode ser um impulso para mais pessoas fazerem outro tipo de consumo cultural que considere a lusofonia como um meio para atingir um fim: viver em galego”

A poesia de Rosalía e Luz Pozo em japonês

Alcachofras assadas

Alexandre Banhos: “A Lei Paz-Andrade é absolutamente desconhecida da administração galega, deu pouco de sim, poderia vir a dar no futuro”

Antonio de la Iglesia: Um polímata reintegracionista

Mercedes Rosón: “Nélida Piñon gera muito interesse, pola sua obra e polo seu vínculo com o nosso país, porque ela é também nossa’

Carme Saborido: “A leitura continuada pode ser um impulso para mais pessoas fazerem outro tipo de consumo cultural que considere a lusofonia como um meio para atingir um fim: viver em galego”

A poesia de Rosalía e Luz Pozo em japonês

Alcachofras assadas

Alexandre Banhos: “A Lei Paz-Andrade é absolutamente desconhecida da administração galega, deu pouco de sim, poderia vir a dar no futuro”