Partilhar

Bem hajas, Manuela

Caros/as amigas. Morreu Manuela. Bem sabemos todas/os .Foi-se uma amiga. Trabalhadora, sincera e valente. Lutou contra a doença com um ânimo dificilmente igualável. Uma mulher defensora da língua e da cultura da Galiza. Com critério firme e sem preconceitos. Aberta de mente e poliglota. Ficou muito trabalho sem acabar, muitas lições sem dar e muito parladoiro in- concluso.

Eu a tinha por minha amiga e a admirava muito. Se calhar pola sua franqueza, condição pouco frequente entre as gentes da Galiza, e por seus juízos contundentes mais perto do sim ou do não que dos quiçá a que estamos tão acostumadas. Mas também pola capacidade de dialogo que eu encontrava nela.

Lamento muito a sua perda. Livrou uma batalha esgotadora. Outra pessoa tivera-se rendido. Se calhar essa sua luta, junto com outras muitas dos doentes de cancro, serviram para salvar mais vidas num futuro. Não foi pequeno também o esforço de Isaac. Vai para ele as minhas condolências e a minha simpatia. Que faço extensa à comunidade da língua galega nomeadamente para aqueles/as que defendemos um tratamento de dignidade e de universalidade do nosso idioma e da nossa cultura.

Bem hajas, Manuela.

Na eira da Xoana, Dia da poesia
Na eira da Xoana, Dia da poesia

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume

Lançamento do livro Begonha Caamanho, na Corunha

Henrique Marques Samyn visita Compostela para falar sobre literatura negra brasileira

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume