Alunas do IES de Melide difundem vídeos explicando porquê estudam português



Quatro alunas de Segundo ano de Bacharelato do IES de Melide explicam porquê e como está a ser para elas estudar português.

alunas-de-portuguesA associação de professoras e professores de Língua Portuguesa, Docentes de Português na Galiza (DPG) divulga os vídeos em que Sara, Iria, Marta e Carla, alunas de Segunda Língua Estrangeira Português do 2º ano de Bacharelato do IES de Melide, exprimem a sua motivação e entusiasmo para estudarem português; ao tempo que permite comprovar os esplêndidos resultados obtidos no seu desempenho do processo de aprendizagem desta língua. Os vídeos podem ser vistos aqui.

Da DPG dão os parabéns a estas alunas avantajadas, e declaram sentir “muito orgulho e satisfação no trabalho diário que docentes e turmas de português levam a termo, com todo o sucesso e entusiasmo ainda tendo quase tudo em contra, nos centros galegos.”


PUBLICIDADE

  • MrRuiDuarte

    Olá Galiza, olá Melides!
    Parabéns a estas lindas raparigas pelo domínio exemplar do português. Senti-me emocionado ao ouvi-las!
    Um abraço,
    Rui Duarte (Vila Pouca de Aguiar – Distrito de Vila Real)

  • Andre Barros

    Buenas noches! Soy brasileño y estoy viendo los videos de sus alunas de la lingua portuguesa. Yo no ha tido nengun conecimiento de donde eras la provincia de Galiza. Solamente estudiando el mapa de España y Portugal lo vi la procimidad! Yo soy un universitario de história em Brasil e tengo estudiado mucho la identidad española. Pero no conosco sus provincias y sus localizaciones. Pero, a dos años, tengo estudiado el idioma español. Es mui grato tener jovens estudiando portugues.

  • Andre Barros

    Parabéns as essas alunas! Como brasileiro sei que o português falado no Brasil é diferente do português de Portugal. Mas é perfeitamente falado. Não há dúvidas que o sotaque sempre vai ter, mas as falas seriam totalmente entendidas aqui no Brasil! Parabéns meninas!

  • José Luís Maceira

    Eu… como galego, não sei se me causa mais alegria ou mais tristeza ver estes vídeos… Não dou imaginado um argentino a ‘aprender a falar’ espanhol de Burgos, nem um valenciano a ‘aprender’ catalão de Girona… Não sendo que pensem neles como línguas separadas, que é o que atualmente se está a incutir nas escolas galegas.
    Um isolacionista, decerto, há de desfrutar com estes vídeos, penso eu.

    • https://pgl.gal Valentim R. Fagim

      Caro Maceira, se não existissem aulas de português Língua estrangeira no ensino secundário, talvez estas adolescentes teriam um contacto zero com outras variedades da nossa língua. O dia que seja normal esse contacto escolar, na Galiza é residual comparado com a Extremadura, teremos avançado muito na saúde social da nossa língua. Quem afirma isto é professor de português língua estrangeira, sei do que falo 😉

      • José Luís Maceira

        Ora, Valentim (sempre um prazer conversar contigo)… Bem sei que menos dá uma pedra, que é o que me estas a dizer, mas eu não consigo evitar esse sabor agridoce ao falar deste tema do ensino do Português ‘LINGUA ESTRANGEIRA’ (!!!!) aos galegos.

        Não estou a negar que esse ensino talvez poderá abrir uma miguinha os olhos a alguma gente, quando ministrado por alguns docentes proclives à unidade linguística. Mas eu tenho para mim que estes docentes são poucos, e em muitos casos estão constrangidos de poderem expressar o seu pensamento no centro educativo (que essa é outra…).

        Infelizmente eu receio que, nos mais dos casos, aquele ensino (quando lecionado por docentes partidários da secessão em duas línguas, que eu penso serem a maioria) estará a servir como arma de adoutrinamento para um ‘GALEGO///PORTUGUÊS LÍNGUAS IRMÃS MAS… diferentes’. Exatamente como o que está a fazer cada dia o ‘Apontamento Lusófono(=anti-lusista)’ do programa TVG ‘Digo-cho Eu’, mas em grande escala. Os depoimentos das alunas, nos vídeos, apontam para esta minha tese.
        Mais ainda:deve haver não poucos estudantes/graduados em ‘Filologia Galega’ a tentarem tirar o C2 de Português no Camões… vai lá saber para qual finalidade.

        Em resumo: é verdade que menos é nada, que menos dá uma pedra, mas… eu não me entusiasmava lá muito.

        • https://pgl.gal Valentim R. Fagim

          Convido a vê-lo de outra forma: contacto. Se a presença do português no ensino secundário fosse o mesmo que o da Extremadura (está presente em 71% dos centros e na Galiza em 10%), essas pessoas já saberiam português e este estaria integrado na sua biografia pessoal. Só isso é bestial e nem sabemos até onde pode chegar.

          Na sua idade, o meu contacto com as variedades portuguesas e brasileiras do galego era…. zero. Nasci em Vigo em 1971. E repara onde estou agora 😉

          • José Luís Maceira

            É claro que vemos as cousas de maneiras diferentes 😉