Partilhar

Alba Blanco, 21 anos: “O único galego mal falado é o que não se fala”

Alba Blanco (21 anos) é de Arteijo, estudante da dupla licenciatura em espanhol e inglês em Filologia na Universidade da Corunha. Desde criança falou sempre em castelhano, mas utilizava o galego com a mão dela e decidiu dar o passo porque “se sentia à vontade” ao falar nesta língua.

Lembra que, após a mudança, teve uma acolha positiva, mesmo que houve quem lhe pediu que “fizesse exceções” e falasse com ela em espanhol. “Mas temos que pensar que é a nossa língua, a das nossas avós e avôs e que se não a falamos os mais novos podemos perdê-la”, aponta.

É por isso que destaca que ela é neofalante desde a pandemia por amor à língua e para “preservar esta riqueza linguística que temos”. A respeito das críticas recebidas por falar um mal galego, assegura que “o único galego mal falado é o que não se fala”.

[Esta entrevista foi publicada originariamente em neofalantes.gal]

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume

Lançamento do livro Begonha Caamanho, na Corunha

Henrique Marques Samyn visita Compostela para falar sobre literatura negra brasileira

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume