Partilhar

A Ukestra do Medio estreia o 2 de fevereiro A Candelória, um adianto do seu próximo disco

A banda de ukuleles de Compostela lança o novo single o Dia da Candelória, umha celebraçom que coincide com o Dia Internacional do Ukulele

O 2 de fevereiro é o Dia da Candelória e o Dia Internacional do Ukulele. Duas efemérides que a Ukestra do Medio uniu para apresentar A Candelória, o seu novo single. Um tema alegre de prelúdio à primavera que é também un adianto do seu próximo disco.

Ukebaixo, uke barítono, uke tenor, uke de concerto e uke soprano som os cinco tipos de ukuleles que junto ao cajón, a pandeireta e as vozes conformam a sonoridade deste novo tema dedicado à Candelória. Umha festa, conhecida também como Dia das Candeias, que na sua origem pagá rendia culto à fertilidade. Hoje a celebraçom segue viva em todo o país e conta cum nutrido repertório de refráns populares: “Quando a Candelória chora, meio inverno vai fora; que chore, que deixe de chorar, a metade do inverno está por passar”.

Casualmente, o 2 de fevereiro de 2011 foi instaurado o Dia Internacional do Ukulele por Mike Lynch (Ukulele Mike), professor e divulgador deste pequeno instrumento criado na década de 1880 no Havai a partir do cavaquinho português. Este dia os amantes do ukeulele animam a todo o mundo a sacar o instrumento das fundas para celebrar a jornada en qualquer espaço.

O single A Candelória foi gravado por Xurxo Pinheiro no Laboratório Soyuz e conta cum vídeo realizado por Coral Piñero. O tema é o primeiro adianto do próximo disco da Ukestra do Medio, un trabalho que ainda está em pleno processo criativo e que a banda de Compostela tem previsto gravar ao longo de 2024.

A Ukestra do Medio som Kátia Mera, César Parcero,Yolanda Porto, Alberte L. e Carlos “Soni”. O grupo nasceu em 2013 fazendo versons e em 2017 editaron em princípio…, o seu primeiro EP. En 2020 publicarom OutrasLérias,um disco com o que apresentaron as primeiras músicas próprias em galego e, em 2022, Históriascativas, um trabalho com o que consolidarom a sua aposta polos temas originais.

Carme Saborido: “A leitura continuada pode ser um impulso para mais pessoas fazerem outro tipo de consumo cultural que considere a lusofonia como um meio para atingir um fim: viver em galego”

A poesia de Rosalía e Luz Pozo em japonês

Alcachofras assadas

Alexandre Banhos: “A Lei Paz-Andrade é absolutamente desconhecida da administração galega, deu pouco de sim, poderia vir a dar no futuro”

Antonio de la Iglesia: Um polímata reintegracionista

Mercedes Rosón: “Nélida Piñon gera muito interesse, pola sua obra e polo seu vínculo com o nosso país, porque ela é também nossa’

Carme Saborido: “A leitura continuada pode ser um impulso para mais pessoas fazerem outro tipo de consumo cultural que considere a lusofonia como um meio para atingir um fim: viver em galego”

A poesia de Rosalía e Luz Pozo em japonês

Alcachofras assadas

Alexandre Banhos: “A Lei Paz-Andrade é absolutamente desconhecida da administração galega, deu pouco de sim, poderia vir a dar no futuro”