PGL – Em janeiro, o Portal Galego da Língua informava que o BNG ia perguntar no Parlamento polas supostas discriminaçons que sofrera o alunado do instituto Sánchez Cantón de Ponte Vedra.
Segundo aquelas informaçons do grupo nacionalista, o alunado que secundara a greve fora objecto de discriminaçons, já que numha aula de língua espanhola do primeiro curso de bacharelato, 25 em 30 alunos alunos aderírom à greve, razom pola qual sofrérom represálias de extrema gravidade.
Assim, os cinco alunos que assistírom às aulas somárom automaticamente mais 0’25 pontos para a nota global do trimestre, ficando ademais excluídos do estudo do tema ministrado nesse dia (El cantar del Mio Cid). Ainda, no dia seguinte, um dos alunos que aderira à greve, foi chamado ao quadro e restárom-se-lhe 0’25 pontos.
Agora conhecemos a resposta da Conselharia da Educaçom perante estes factos, que essencialmente consiste em negá-lo tudo, destacando a trajectória profissional do centro e argumentando que «em caso nengum se premiou ou castigou o alumnado por motivo de exercer ou nom o direito à greve», que «em todo momento houvo um desenvolvimento das actividades lectiva e se garantiu o direito ao exercício da greve» e que «nom houvo nengumha represália contra os alunos que secundárom a greve».
