PGL – A Uniom Europeia financiou com mais de 2,3 milhons de euros -procedentes do tema Tecnologias da informaçom e as comunicaçons’ do Sétimo Programa Marco (7PM)- o projecto MOLTO (Traduçom plurilingüe em Internet), que trabalha para desenvolver uma ferramenta de traduçom eficiente na rede.
Os cinco sócios que componhem o projecto MOLTO tenhem afirmado, segundo tem recolhido ‘Portaltic.es’ do Boletim da Rede de Espaços Tecnológicos de Andaluzia (RETA), que o programa utilizará módulos separados e variados para cada idioma.
A encarregada de coordenar o consórcio será a Universidade de Gotemburgo (Suécia), que desenvolverá protótipos que abarcarám a maioria das 23 línguas oficiais da UE. A universidade tem explicado em comunicado oficial que MOLTO pretende que todos os cidadáns comunitários podam aceder ao conhecimento albergado na Internet em igualdade de condiçons.
Segundo o director do projecto, Aarne Ranta do Departamento de Ciência e Engenharia Informática da Universidade de Gotemburgo, trata-se de umha ferramenta única, já que «até agora nom se pôde criar nenhuma ferramenta de traduçom que abarque idiomas ao completo».
Até agora, os tradutores disponíveis em Internet, como o conhecido ‘Google Translator’, nom dispunham de umas normas gramaticais explícitas. MOLTO, no entanto propom umha focagem diferente, já que os sócios do projecto desenvolverám um sistema dotado de normas gramaticais e regras de precisom e afirmam que sua cobertura será ampla.
«Desejávamos trabalhar com uma técnica de traduçom tam precisa que as pessoas que produzem textos pudessem utilizar as nossas traduçons directamente», tem explicado o professor Ranta. «Uma vez conseguida a precisom, temos passado a ampliar a cobertura, isto é, temos começado a acrescentar mais idiomas à ferramenta e à base de dados».
Quanto ao financiamento da UE, o professor tem assinalado o seguinte: «a UE contribui-nos financiamento para que adaptemos a ferramenta e esta seja fácil de usar para uma grande quantidade de utentes».
O projecto MOLTO finalizará em Fevereiro de 2013 e reúne a pesquisadores e sócios do sector privado de Bulgária, Espanha, Áustria, Finlândia e Suécia.
