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Reflexons em código aberto: Jornadas Contra-informativas 2.0 no CS Atreu

PGL – O Centro Social Atreu, da Corunha, organiza umhas jornadas sobre a proliferaçom de dados na infosfera (portais contra-informativos, Redes Sociais…) intituladas: Reflexons em código aberto: Jornadas Contra-informativas 2.0. As jornadas terám lugar entre os dias 5 e 6 de Janeiro no Centro Social Atreu, sito na Travessa de Sam José, 2 rés-do-chao (A Corunha).

Informaçom do evento:

Partamos de umha realidade hoje em dia tam quotidiana como incontrolável. A proliferaçom de datos na infosfera (portais contra-informativos, Redes Sociais,…) é hoje um tsunami que está a atravessar a internet, a rede e portanto, as formas comunicativas de grande parte das sociedades globais.

Recapitulemos entom; o nascimento da web activa, do formato web 2.0 abriu umha fenda profunda, umha linha de fuga proposta e feita praxe desde longe do poder, que ajudou ao empoderamento de subjectividades críticas que incidiam num uso cooperativo e livre das tecnologias da comunicaçom e da Rede de redes.

Porem, um inicial uso multitudinário e incontrolável da web 2.0 deu passo também a espaços de captura inicialmente capilar, actualmente massiva, nos que os sistemas hegemónicos (governos, redes mercantis,…) empregárom e empregam a cooperaçom do colectivo como ferramenta para o controlo e para a geraçom de recursos em chave de privada mais-valia.

Ainda assim, o carácter do web 2.0 segue a ponher em crise o governo hegemónico da rede.

Voltando a realidade actual, entendemos que a maré de blogues, portais e espaços contra-informativos e comunicativos conscientes em Redes Sociais som , e fundamentalmente, vam ser o elemento central na estratégia comunicativa dum futuro cada vez mais presente.

A nossa intuiçom é já elemento da vida comum: milhons de indivíduos empregam quotidianamente os múltiplos portais de auto-publicaçom e Redes Sociais existentes, e muitxs de estes usuarixs, entregam-se à construçom colectiva de novas Redes mais autónomas, rebeldes e tecnologicamente emancipadas da hegemonia do software privativo.

No ámbito concreto das redes sociais Facebook, Twenti, Twitter começam a ter à frente propostas que da sociedade crítica, dos movimentos sociais, ponhem em andamento diversas experiências de rede social mais úteis, colectivas, tecnologicamente sustentáveis e alternativas (N-1, Crabgrass, ou no caso galego, exemplos como Cabozo, Chuza, Sementeira,..).

Queremos debater entom sobre este fenómeno comunicativo (e portanto, político, relacional, afectivo, emotivo), ponher em claro propostas e apostas, lançar perguntas e transitar possíveis soluçons perante a MetaRede que, entre cada um dos nossos terminais, está a se componher e recomponher.

 

Programa do evento:

Sexta-feira dia 5

  • 20h30: Jornada contra-informativa: Ouviremos e analisaremos em comum o estado actual da contrainfomaçom na infosfera do País, as possibilidades e o futuro dos espaços telemáticos em chave social. (Vieiros, Galiza livre, Altermundo, Indymedia, Olholivre,…)

 

Sábado dia 6

  • 12h00: Assembleia aberta Indymedia Galiza
  • 18h00: Jornada Redes Sociais, web 2.0: Analisaremos colectivamente o uso das ferramentas que favorecem a interacçom entre as comunidades e pessoas na infosfera crítica galega (Chuza!, Blogaliza, Altermundo, Ergosfera, Universidade Invisível, Sementeira, Indymedia, Saramaganta, CCSS, Trebelab, Hacktreu, Causaencantada,…)
  • 22h00 Cea/fim de festa (vegeta+vegana)

 

Ajuda económica para o CS Atreu

Do CS Atreu apelam à solidariedade do povo galego para manter aberto este importante espaço do movimento associativo corunhês. Diferentes dificuldades, entre elas a herança de um crédito bancário, fizérom com que a situaçom económica «esteja permanentemente ameaçada», em especial desde o Verao. Ante esta situaçom pugérom à venda bonos de ajuda de 25, 50 e 100 euros, além de disponibilizarem umha conta solidária a nome da Associaçom Cultural Atreu com número 0030 6042 66 0000052272 (Banesto).

Do CS Atreu salientam que a necessidade de ajuda é «muito urgente» e pedem desculpas por terem de recorrer a um chamamento público de ajuda, mas a dura situaçom obrigou a essa decisom.


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