AS AULAS NO CINEMA

Recuperar e reeducar as crianças em risco de exclusão social, com o filme ‘O Inferno de São Judas’



É normal que no período das festas do Natal nos lembremos das crianças, em especial de aquelas que mais sofrem. Das abandonadas e/ou inadaptadas, internadas em centros de acolhida de menores. Das órfãs que não têm pais. Das que moram em países em conflito bélico quase diário. Das que passam fome e outro tipo de necessidades relacionadas com a alimentação e com a saúde. Das que não vão à escola por não ter perto estabelecimentos de ensino, ou por serem meninas e seus pais, infelizmente, considerar que não é importante que a mulher aprenda a ler e escrever. Das que sofrem maltrato, exploração e abusos de todo o tipo. Existe durante o ciclo das festas do Natal uma sensibilidade especial para as crianças por parte dos cidadãos. Por isto eu, em respetivos depoimentos, aproveito para desenvolver o tema, centrando-me em dois filmes que apresentam a vida e seus problemas dum internato católico irlandês e dum centro tutelar de menores na Catalunha. No primeiro caso, o título do filme é O Inferno de São Judas, realizado em 2003 pela diretora irlandesa Aisling Walsh. No segundo, Forte Apache, sob a direção, em 2006, de Jaume Mateu Adrover.

Um estrito internato católico irlandês de 1939, é o que serve de base no primeiro filme citado para a denúncia sobre os reformatórios/prisões, os religiosos que abusam de menores – um dos temas de maior atualidade na igreja católica, com o que se encontrou o novo Papa -, os métodos violentos no tratamento de crianças e jovens e a absurda atitude de impedir um tratamento humano e educador. A história centra-se num centro de acolhida, denominado antigamente como “Reformatório”, para crianças problemáticas, ou que foram abandonadas pelos seus pais. Quando eu era rapaz ainda me lembro que no mosteiro de Usseira, perto da minha aldeia de Corna, nos anos cinquenta, existia um “reformatório” similar. No centro irlandês refletido no filme, ao igual que noutros colégios dos de antes, se educava com o dito “A letra com sangue entra”, e os professores ou encarregados do centro parece que desfrutavam fazendo sofrer aos rapazes, se estes intentavam faltar à mínima regra que tinha estabelecido o “reformatório”, regras que sempre eram abusivas e desapiedadas.

Inferno S Judas Foto02Na atualidade, como analisaremos no nosso seguinte depoimento, os denominados centros de menores ou terapêuticos, estão especializados na atenção a menores de entre 12 e 18 anos, que apresentam transtornos na sua conduta, em regime de internamento semiaberto ou totalmente fechado, com uma equipa multiprofissional de pessoas que velam pelo bem-estar do menor e pelo seu futuro. Isto em teoria, e existem multidão de centros nos que os educadores e pessoal profissional, realizam assim seu trabalho. A estes centros acodem também para a sua reforma rapazes menores de idade que cometeram algum delito, enviados pelos juízes de tribunais tutelares de menores. Sem embargo, constantemente se dão casos de denúncias pelo que a sociedade duvida de se ainda regem os métodos que se apresentam no filme, e se os menores não estão a sofrer uma regulamentação propriamente carcerária, ao não existir o direito à intimidade, abrir a correspondência, restringir as visitas e supervisar as chamadas, utilizar celas de castigo por meio do rigor e o isolamento, utilizar tranquilizantes sem prescrição médica, registar por meio do desnudo integral e fazer flexões em essa situação, utilizar o castigo físico ou fazer exercícios e flexões até o grau maior de extenuação. Em multidão de ocasiões, afastados do seu entorno familiar e comunitário, não se dá a ressocialização e readaptação à vida comunitária, pelo contrário, estas instituições e “reformatórios”, ademais de violar os direitos das crianças internas, foram verdadeiras escolas do delito. Por isto, é necessário educar nos centros de internamento de menores, procurar outras alternativas pedagógicas e didáticas, buscar a modernização tecnológica nos centros, aos que tenham acesso também os internos. Os princípios de reeducação e recuperação para a sociedade dos menores com risco de exclusão social são os eixos-chave de todas as ações e atuações que se devem empreender nos centros de menores, basear-se na formação profissional, a educação em valores, a aprendizagem de hábitos sociais, a formação básica e compensatória, a educação viária, a capacitação para o emprego, assim como procurar a contratação laboral para trabalhos e ocupações para os que tenham sido preparados. O caminho é largo, mas, depende em grande medida da preparação dos profissionais que atendem aos menores e adolescentes, do tratamento que lhes outorguem, e da capacidade de tratá-los como seres humanos em reinserção, educação e futuro profissional. Um exemplo positivo de modelo de centros de menores foram as cidades dos rapazes ou “muchachos”, como as de Flanagan, Silva e do Padre Américo. Esta ainda funciona hoje em Paços de Sousa-Penafiel, no vizinho Portugal. Que merece a pena visitar.

FICHA TÉCNICA DO FILME:

  • Inferno S Judas Capa DVD2Título original: Song for a raggy boy (O inferno de São judas / Pai nosso / Los niños de S. Judas)
  • Diretora: Aisling Walsh (Irlanda-Reino Unido-Dinamarca-Espanha, 2003, 100 min., Cor).
  • Roteiro: A. Walsh e Kevin Byron-Murphy, baseado no romance autobiográfico de Patrick Galvin.
  • Fotografia: Peter Robertson. Música: Richard Blackford. Montagem: Bryan Oates.
  • Produtoras: Fantastic Films Ltd., Lolafilms S. A., Moviefan Scandinavia A/S, Subotica Entertainment Ltd. e Zoma Films.
  • Prémios: Este filme foi premiado nos Festivais de Cinema de Amiens e Copenhaga, e participou em 2003 no de Sundance.
  • Nota: Para olhar o filme na sua íntegra entrar aqui.
  • Atores: Irlanda, 1939. Ao reformatório católico de São Judas chega um novo professor, cujos métodos chocam frontalmente com os do resto do professorado, encabeçado pelo irmão John, que não duvida em tratar violentamente aos alunos. É a história de um homem que não duvida em revelar-se e lutar contra o férreo regime do reformatório. A sua vida é uma dramática viagem, desde as destruídas ruas do Madrid da Guerra Civil, onde, dentro das Brigadas Internacionais, lutou a favor do governo legítimo da República, ao limitado mundo dum reformatório na sua terra irlandesa. Os seus métodos pacíficos e sempre dispostos a dar uma segunda oportunidade às crianças ali ingressadas, não estava bem visto pelos dos outros docentes, violentos e repressivos. Filme baseado em factos reais, segundo o romance autobiográfico de Patrick Galvin (Canção para uma criança pobre).
  • Aisling Walsh, a diretora: Cineasta irlandesa com uma listagem de reconhecidos trabalhos em cinema e televisão. Iniciou-se na TV, dirigindo desde 2002 vários telefilmes, e foi merecedora de diversos prémios em diferentes festivais. No seu momento destacou que no seu filme o tema principal é a liberdade de pensamento e de expressão, “um filme com grande senso da esperança”, comenta e segue a dizer: “Espero que seja uma história muito universal. Existe um grande senso de esperança no filme e me parece que a universalidade da história, junto com essa esperança, fará que seja interessante. Grande parte do filme é muito perturbador, muito escuro, autêntico e espero que muito honesto. É uma história que deve ser contada, esses rapazes berravam por ajuda e nunca a encontraram, e essa é uma das razões pelas que me chamou a atenção, porque senti que devia contar-se. Espero que a gente desfrute do filme, embora tenha que mencionar que há emoções ao largo de todo o trajeto”.
  • Patrick Galvin, o romancista: Autor do romance em que se baseia o roteiro do filme, Galvin é poeta, dramaturgo, romancista e locutor. Num momento da sua vida foi cantante de música folk. Realizou leituras de seus trabalhos em vários países. Foi merecedor de vários prémios teatrais e poéticos. O seu livro apresenta factos reais, pois é a sua autobiografia. Para ele foi difícil aceitar, num primeiro momento, que a sua vida fora parte da história de um filme. Embora existam cenas no filme que não aparecem no seu livro, foi complicado para ele olhar a sua palavra escrita na tela cinematográfica. Mas espera que isto sirva para ao final enterrar os diabos de seu passado. É comenta sobre o tema: “Há momentos descritos nos quais suei sangue para resenhá-los, mas agora foram eliminados, ademais de que o roteiro mudou de forma considerável. Ao princípio estava um pouco incómodo ao olhar-me refletido no ecrã. Fazer este filme traz-me velhas lembranças. Também é uma espécie de exorcismo, com a longa-metragem já terei acabado com isso”. E continua a dizer: “Costumava pensar, quando terminei o romance, que isso ia ser tudo, mas não foi assim, com o filme há bastar. Acredito que o filme vai sacudir a muita gente. Há cenas que efetivamente vão impactar para que esqueças o passado e recreies o futuro. Revives essas coisas, coisas esquecidas, mas estas têm que ser consignadas e muita gente nunca esquece que as gerações dos quarenta e dos cinquenta são gerações perdidas, mas o tempo passa e a gente medra”.
Personagens principais do filme:
  • W. Franklin: É o único professor leigo neste reformatório católico. É uma pessoa liberal, tranquila, com fortes convições pelas que está disposto a luitar, como fez quando combateu na Guerra Civil espanhola contra a tirania e o fascismo.
  • Padre Damian: É o diretor do reformatório, uma personagem situada entre as ideias liberais de Franklin e a hierarquia eclesiástica.
  • Irmão John: É um sádico que abusa psicológica e fisicamente dos rapazes do reformatório através da sua autoridade, criando em eles um sentimento de medo, tristeza, solidão e inferioridade.
  • Liam Mercier: É um rapaz problemático, mas com uma profunda cultura e grande talento. Nele reflete-se o mesmo espírito de luta contra o abuso que o de Franklin, por isto a grande conexão que se estabelece entre ambos.
Três cenas importantes do filme:
  1.   Chegada de um novo professor (4 min. e 42 segundos): O professor Franklin acaba de chegar ao reformatório. Antes de conhecer aos seus alunos, tem um breve encontro com o irmão John, o que lhe indica como deve tratar aos alunos, advertindo-os de que não devem ser confundidos com seres humanos inteligentes, e que deve empregar com eles a força e a mão dura para contê-los.
  2. Confiança e respeito (1 min. e 33 segundos): Nesta sequência olha-se o relacionamento que se estabelece entre Franklin e o estudante Mercier. Em ela olhamos a confiança que têm ao falar-se e à vez o respeito que se mantêm: Quando o professor lhe diz a Mercier que o viu ajudando nos estudos a um companheiro, este lhe resposta: “Sempre se agradece que nos ajudem”.
  3. A violência do irmão John (4 min. e 11 segundos): Esta sequência é uma das mais duras do filme; em ela olha-se como aplica os seus métodos o irmão John. A violência exercida sobre Mercier, tanto física como psicológica, chega até o extremo de matar Mercier.

MODELOS DE EDUCADORES CONTRAPOSTOS:

Inferno S Judas Foto8No presente filme podem-se olhar, comparar e analisar duas formas muito diferentes de educar e modificar condutas. Uma, em que se humilha, se despreza e se leva ao alunado à condição de animal, atitude que impede a sua aprendizagem e melhora, pois perdem toda capacidade de autoestima e de dignidade. Outra, na qual se oferece confiança no educador, salientando aqueles valores individuais de cada um dos alunos, acercando-se aos seus sentimentos e desejos, e estando sempre presente cada vez que cada um deles assim o requeira. O filme descreve o dia a dia de pobres rapazes, castigados pela vida e por quem deveria cuidá-las, protegê-las, ensiná-las e prepará-las para uma vida cheia de caminhos e escolhas, por toda uma vida. Realidade. Tão pouco tempo de vida e já trazem enormes bagagens cheias de angústia, dor e sofrimento. Uma luz no fim do túnel. Ou o túnel no fim da luz. De alguma maneira o irmão Franklin foi uma luz no fim do túnel; e a confiança que eles nunca tiveram; e uma família.

Estamos no ano 1939. William Franklin é um professor que decide voltar ao trabalho de docente, depois do falecimento da sua esposa durante a guerra civil em Espanha, onde ambos, formando parte das Brigadas Internacionais, lutaram para a defesa da República. Franklin é o primeiro professor leigo contratado no reformatório de São Judas. Ao chegar ao mesmo, assombrado pelas memórias de amigos e amantes assassinados na guerra, descobre que o mesmo tipo de fascismo existe neste reformatório. A escola é governada com mão de ferro brutal pelo irmão John, que acha que os rapazes são meros animais, feras não resgatáveis que precisam de um controlo feroz em todos os momentos. Pelo contrário, o novo professor Franklin tem um coração de ouro e tira talentos e respeito de seus alunos. A história do filme gira basicamente ao redor de dois rapazes, Liam e Patrick, que desenvolvem um forte vínculo com Franklin, no meio das suas experiências particularmente terríveis. O novo docente começa a simpatizar com os seus jovens estudantes e a desconfiar dos frades que os tratam com mão de ferro.. Pouco a pouco vai descobrindo um universo em cada aluno onde predomina o ser humano.

Inferno S Judas Foto0Franklin tem uma mente aberta e é partidário dum método pedagógico criativo. Segundo o seu critério, os rapazes podem ser recuperados através do respeito, a reflexão e a utilização da literatura. Primeiro procura alfabetizá-los, pois à sua chegada muitos não sabiam nem ler nem escrever, e logo busca familiarizá-los com obras da literatura universal. Conta com o apoio do diretor do estabelecimento, mas é questionado pelo prefeito, o irmão John, um homem para o que os rapazes são animais aos que há que domar, corrigir, castigar e educar a base de golpes. Franklin trata de construir uma amizade com os seus alunos baseada na confiança, em forte contraste com o abuso verbal e físico ao que os rapazes estão acostumados. Só com a confiança suficiente há poder descobrir os seus talentos ocultos e assim ensinara-lhes a ler entre outras coisas. O irmão John, com os seus brutais métodos, está determinado a averiguar por que Franklin decidiu dar classes em São judas. O professor compreende a rebelião dos rapazes e procura orientar as suas inquietações e obtém a sua adesão. Em especial, a de Liam Mercier, um dos eixos da história, um adolescente órfão de mãe e abandonado pelo seu pai, inteligente, curioso e perguntão, que vai “pagar” pela sua rebelião. O filme inclui também a questão do abuso sexual dos rapazes, mas como mais uma variante da violência física e psicológica típica destes estabelecimentos.

Quando, no dia de Natal, o irmão John golpeia gratuitamente a dois jovens irmãos, que romperam uma regra do colégio, Mercier e Franklin detém a agressão, mas não por muito tempo. A determinação do irmão John de averiguar por que Franklin decidiu dar aulas em São Judas, causa mais brutalidade e consequências inimagináveis. Na fita, Franklin ensina a ler literatura irlandesa. O rapaz Delaney, que apenas pode ler em voz alta, luta com o poema de Eva Gore-Booth que lhe foi encomendado: “A pacífica noite que me rodeia flui / Irrompe através das tuas portas carcerárias de ferro / livre pelo mundo teu espírito vai./ Mãos proibidas aprisionam as tuas / O vento é o nosso adepto / A noite deixou as portas entreabertas / Encontramo-nos mais alá do portal trancado da terra / Onde todos os rebeldes selvagens do mundo estão.”

Em resumo, estamos perante dois modelos didático-pedagógicos plenamente contrapostos e enfrentados. Para o irmão John, os alunos são torpes, não obedientes e puro “lixo”, são seres violentos e não inteligentes. Por isto, potencia o medo e míngua da sua autoestima, emprega a violência física e psicológica, pois considera que os estudantes são ruins, torpes e delinquentes, terminando por burlar-se e ridiculizá-los porque choram. Embora, Franklin acredita, como os bons professores, nos estudantes, sabendo que cada um tem a sua personalidade que se deve respeitar, não chama os seus alunos pelo seu número senão pelo nome, que dignifica a pessoa, cria confiança no alunado e favorece a sua autoestima, utiliza o diálogo, abre caminho para que os alunos aprendam e sejam indivíduos com espírito crítico e, como bom professor, oferece a sua amizade aos seus estudantes.

TEMAS PARA REFLETIR E ELABORAR:

Utilizando a técnica do Cinemaforum, podemos analisar o filme da realizadora Walsh, desde o ponto de vista formal (linguagem fílmica, planos, planos contra-plano, movimentos de câmara, etc.) e de fundo (mensagem que intenta transmitir e atitudes que manifestam as diferentes personagens do mesmo).

Inferno S Judas Foto20Elaborar uma monografia sobre o abuso contra as crianças e a sua denúncia, tendo presente a Convenção sobre os Direitos das Crianças, na qual se define uma criança como “todo ser humano menor de dezoito anos de idade”. Centos de milhares de crianças em todo o mundo, órfãs ou abandonadas, são ingressadas em orfanatos e centros de acolhida infantil ou noutras instituições não penais. Muitas destas crianças ao cuidado dos estados, experimentam níveis alarmantes, e às vezes mortais, de abusos e de negligência. Podem ser vítimas de malheiras, abusos sexuais, estar fechados em sacas de tela ou atados a móveis, e submetidos a tratamentos degradantes por parte do pessoal dos centros. Nalguns deles, as taxas de mortalidade foram assombrosas. O problema do maltrato e abuso contra as crianças, e da sua exploração, em particular a sexual, é um problema universal alarmante que necessita de medidas continuas de prevenção e proteção efetiva a escala local, nacional e internacional. Tal problema compete a todos os países do mundo. Nos tempos atuais, saem mais amiúde de forma pública casos de abuso de crianças e menores de idade por parte de religiosos, de diferentes confissões, e nomeadamente da católica. Mas também aparecem, infelizmente, casos dentro dos próprios entornos familiares das crianças. A monografia deve ilustrar-se com desenhos, textos, poemas, aforismos e lemas elaborados pelos estudantes, e, no seu caso, com retalhos da imprensa. As informações podem procurar-se na internet, em jornais e em revistas.

Realizar com os estudantes uma visita a um Centro de Menores existente na localidade e dialogar com os rapazes ali ingressados, e com os cuidadores, professores e monitores do mesmo. À volta da visita organizar uma posta em comum sobre o observado, dando alternativas práticas para o tratamento, cuidado, educação e proteção destes rapazes. Pode ser também interessante convidar aos centros ao juiz de proteção de menores da localidade, para que possa dar uma palestra sobre o tratamento das crianças dos centros de menores e os seus problemas mais habituais.

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

Latest posts by José Paz Rodrigues (see all)


PUBLICIDADE