PGL – Com motivo dos graves ataques que com grande intensidade tem sofrido a língua galega nos últimos tempos, nasce mais umha plataforma para promocionar e defender o galego como língua própria da Galiza: Prolingua.
No manifesto, ProLingua declara como objectivos irrenunciáveis a totalidade dos conteúdos da actual Lei de Normalizaçom Lingüística de 1983 e o Plano Geral de Normalizaçom da Língua Galega de 2004, que contárom, em ambos os casos, com a aprovaçom por unanimidade do Parlamento da Galiza. Além disso, exigem que nom se inicie qualquer medida legislativa que suponha perda nos direitos das galegas e dos galegos na hora de usarem e conhecerem a língua galega e fazer dela o seu sinal de identidade.
ProLingua estabelece umha série de normas de funcionamento, entre os que se destaca o requisito do compromisso de defensa da língua para os que aderirem à plataforma, o carácter apartidário da mesma ou o facto de que quando numha acçom figure o logótipo de ProLingua, nunca poderá figurar nengum outro, seja do tipo ou motivaçom que for.
Polémica
Com só um dia de vida, a plataforma já tem recebido críticas polo feito de ter sido criada num momento em que já existem mais três propostas: Queremos galego, Manifesto a prol da convivencia lingüística e da igualdade de dereitos para o galego; Galego, Patrimonio da Humanidade e Manifesto pola Hegemonia Social do Galego, sendo esta última, a única das iniciativas que fai as suas reivindicaçons utilizando a norma internacional da nossa língua.
Outra questom que tem espertado vozes críticas contra a iniciativa, radica no facto de a plataforma publicitar diferentes meios de comunicaçom nos quais a escolha linguística é maioritária em idioma castelhano e nos que os colectivos galegófobos gozam de importante presença entre as suas folhas, como o Faro de Vigo ou La Voz de Galicia. Assim, dos 14 meios que se publicitam desde o blogue da plataforma, oito (a metade mais um) desenvolvem-se em castelhano.
Entre os assinantes encontram-se já os apoios de pessoalidades do mundo da literatura, a música e outras artes, como Xosé L. Méndez Ferrín, Yolanda Castaño, Antón Dobao, Uxía Senlle ou Belén Regueira.
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