PGL – Após o Conselho Consultivo da Galiza fazer pública a sua rejeiçom ao rascunho do popularmente conhecido como Decretaço, a Mesa pola Normalizaçom pediu a demissom do conselheiro da Educaçom, Jesús Vázquez Abad.
Da Mesa acham que o Decretaço «nasce morto», pois antes da rejeiçom do Consultivo recebera já a oposiçom dos agentes sociais, do Conselho da Cultura Galega ou do Conselho Escolar da Galiza, entre outras instituiçons.
Para a associaçom que preside Carlos Callón, o PP «continua na solidom mais absoluta» em defesa da «maior agressom contra a língua galega em toda a história da Autonomia».
O próprio Callón acha que à Junta só lhe resta um caminho: a retirada do Decretaço e a demissom ou destituiçom de Vázquez «para retomar o caminho do consenso que nunca se deveria ter abandonado», em referência à insistência do PP de se apoiar apenas nos sectores mais extremistas e intolerantes. O contrário seria «aprofundar numha fenda social gravíssima».
O Decretaço «vulnera a Constituiçom»
Para o Conselho Consultivo, alguns aspectos do Decretaço som contrários à Constituiçom espanhola, especialmente a consulta aos pais e maes sobre a língua em que se devem ministrar as matérias. Aliás, este particular também incumpre artigos da Lei de Normalizaçom Lingüística, da Lei Orgánica da Educaçom (LOE) e da Carta Europeia das Línguas.
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