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O caso de Núria Pòrtulas. A criminalizaçom da solidariedade

Madia Leva! – No centro social vai-se celebrar nesta quinta-feira 20 de agosto às 20.30 umha palestra sobre o caso de Núria Pórtulas a cargo de duas pessoas membros da sua campanha de apoio.

O único que este processo tem provado é que Núria é umha mulher comprometida com a transformaçom da sociedade dumha perspectiva libertária e que no momento da sua detençom participava numha campanha de solidariedade contra a extradiçom a Itália dum preso anarquista que afinal foi absolto dos cargos que pesavam sobre ele.

No entanto, o julgamento de Núria Pòrtulas continuou. O processo começou há mais de dous anos e meio, em 7 de fevereiro de 2007, quando a gironina Núria Pórtulas foi detida sob a acusaçom de tença de explosivos e pertença ou colaboraçom com organizaçom terrorista, aplicando-lhe a lei anti-terrorista e tendo de passar quatro meses em prisom preventiva. Em 7 de junho de 2007 saiu em liberdade provisória sob fiança e com sérias limitações à sua mobilidade.

No mesmo dia da sua detençom, umha importante campanha na Catalunha reclamou a retirada dos cargos por nom haver qualquer prova que sustentasse a acusaçom. Nom foram encontrados qualquer explosivo ou material para a sua fabricaçom, nem a relaçom de Núria com qualquer organizaçom de carácter criminoso ou armado, pois declarou-se provada que nom existe essa suposta organizaçom. Tendo-a apenas relacionado com pessoas militantes dos movimentos sociais que estam em liberdade sem qualquer cargo por terrorismo.

A 13 de julho de 2009 tivo lugar o juízo na Audiência Nacional  espanhola, em Madrid, da que se derivou umha controversa condena a dous anos e meio de prisom polo delito de tentativa de colaboraçom com banda armada, sem ser demonstrada a existência de qualquer grupo armado, nem desta teórica colaboraçom. A campanha de apoio à represaliada catalã continua a denunciar o carácter político deste processo e a reivindicar a sua absoviçom. A sua defesa recorrerá a sentença no Tribunal Supremo espanhol.

O número de conta bancária para fazer doações é o 2100 0230 50 0101062813 (La Caixa). O dinheiro juntado será utilizado para pagar os 15.000 euros da fiança imposta à activista.

 

 

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