PGL – À caixa dos correios do Portal Galego da Língua chegárom um monlho de denúncias do Bloco Nacionalista Galego sobre a discriminaçom da língua galega em diversos âmbitos.
Num dos documentos, Bieito Lobeira e M. Tareixa Paz Franco, deputado e deputada do Grupo Parlamentar do BNG, denunciam a exclusom da língua galega no envio de textos jurídicos a julgados da Galiza por parte da Conselharia da Presidência. Nesta linha, os deputados destacam a paupérrima presença da nossa língua na administraçom de justiça, o que torna impossível a garantia de direitos dos galegos e galegas a receberem atençom na sua língua em muitos dos procedimentos judiciais. Nom sem retranca, Lobeira e Paz salientam neste caso umha nova amostra do ‘galeguismo integrador’ e do ‘bilinguismo amável’ que aplica o Governo do Partido Popular.
Os mesmos deputados, denunciam noutro documento a exclusom da nossa língua por parte da Conselharia do Meio Rural, que acaba de publicar um livro no qual a língua galega nom tem presença, apenas o castelhano: ‘Heramientas silvícolas para la gestión sostenible en Galicia’. Neste ponto, Lobeira e Paz explicam que nom se pode desprezar, numha publicaçom oficial dumha administraçom pública galega, que tem a obriga de defender o e promover o uso normal, oral e escrito , da língua galega, a legislaçom nem os direitos democráticos da populaçom.
Quanto à exclusom da nossa língua no comércio e nas campanhas publicitárias de Galiza Qualidade no nosso próprio País, a Conselharia de Economia e Indústria deu resposta as perguntas que o BNG formulou perante a marginalizaçom do galego, alegando que o facto de apostar polo castelhano responde a interesses de publicidade: Difundir melhor a marca dentro da Galiza, no resto de Espanha e nos mercados internacionais. Assim, o PP, obviando que a nossa é umha língua internacional, explica que se «utilizou o idioma espanhol nos valos exteriores e nos aeroportos, já que o público objectivo ao que chegam estes suportes, é mais amplo que os que apenas falam galego».
