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Mocidade Pola Língua convoca greve no ensino secundário para o día 12 de Maio

MPL – A gente nova organizada nas assembleias de defesa do galego Mocidade pola Língua está a preparar umha jornada de greve em todos os centros de ensino secundário do País. Será o próximo 12 de Maio e irá acompanhada de manifestaçons nas principais comarcas.

Contra a intoxicaçom e a demagogia

O espanholismo mais violento está a desenvolver umha campanha contra o galego a base de mentiras e vitimizaçom. É umha irrealidade impor o idioma próprio ao povo. O único imposto a base de humilhaçons e pancadas é o castelhano. E qualquer povo do mundo tem o direito a que se respeite a sua forma de entender e de expressar o mundo: a língua. Este é um direito conculcado ao povo galego. Umha agresom que afecta a todas e cada umha das pessoas de este País, as que resistem falando galego e as que já falam o idioma do invasor.

26945

A análise da situaçom sociolingüística nom da trégua, e a Mocidade pola Língua nom pensa claudicar nas reivindicaçons básicas, como o único modo de permitir a pervivência do idioma da Galiza. Depois de levar a cabo a campanha do 26945 durante meses por todo o País, a soluçom ao enigma achega-nos à realidade: som muitas as milhares de pessoas que cada ano se vem empurradas a abandonar o galego. Esta situaçom insustentável só tem umha soluçom: reagir, organizar-se e luitar contra o os inimigos do nosso idioma.

Reivindicaçons

Está  demonstrado que o monolinguismo social é a única via para a saúde e conservaçom de um idioma. Assi que nom valem para salvar o galego os decretos de miséria, nem o actual, nem o anterior. Qualquer tipo de quotas à língua dum povo é um assovalhamento que leva ao extermínio, com mais ou menos celeridade. Portanto apelamos a que o objectivo esteja nos 100%, como seria o caso de qualquer País normal.

Chamamos à  desobediência firme, consciente e activa contra o decreto do PP tanto do alunado, quanto do professorado. Devemos defender a língua com todas as consequências e a Junta deve saber qualquer impossiçom será respostada com firmeça, a  moribunda situaçom do galego já nom permite permanecer ao margem do conflito, o professorado que continue impartindo em espanhol será responsável da morte do galego.

O direito a receber a nossa educaçom na nossa língua, é um direito colectivo que temos como povo e como estudantado. Somos galegas e a língua natural em que historicamente nos construimos como colectividade e baseamos a nossa identidade é o galego. Nom existe o direito individual a eleger a língua da tua filha. Quando um pai ou umha nai elege o espanhol para educar um filho ou umha filha, o que está é violentando o direito dessa criança a conhecer a língua própria da Galiza.

Organiza-te e defende a teu idioma!

Queremos estudar na nossa língua!

Queremos viver na nossa língua!

Contra o espanholismo, nem um passo atrás!

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