PGL – O número 82 do Novas da Galiza volta a debruçar-se sobre a Cidade da Cultura, fazendo umha panorámica geral sobre a ‘insensatez’ do esbanjamento de fundos públicos que significou este macroprojecto cultural, ideado e começado por Manuel Fraga e continuado polos governos posteriores da Junta da Galiza.
A reportagem centra-se ainda no enorme gasto que implicará todo o que falta por construir, quase metade da obra. O último Novas da Galiza também leva à capa umha entrevista a Heitor Mera, o primeiro doutorado pola UNED que defende umha tese em galego. O entrevistado critica a política lingüística desta instituiçom e receia que se poda repetir umha leitura em galego de umha tese doutoral nesta universidade à distáncia.
Anxo Lorenzo, que o jornal define como «um fantoche de Feijóo» é a figura política analisada este mês, tanto do ponto de vista do seu perfil político e lingüístico como em relaçom ao pacto que estabeleceu com Feijóo para a língua.
Para além dos temas lingüístico-culturais o jornal reintegracionista destaca na capa a expulsom de umha estudante a estagiar no jornal A Nosa Terra por motivos ideológicos e umha reportagem sobre o controlo de consciências nas escolas galegas em que existe a segregaçom por sexos nas aulas. A reportagem principal, no entanto, tem a gripe A como protagonista, pondo em questom a lógica do alarme geral provocado por esta doença, que o Novas relaciona com o lucro que está a obter a indústria farmacêutica.
Entre os opinadores e opinadoras deste mês encontram-se Nemésio Barxa, Rosa Enríquez, Xurxo Borrazás, Ernesto Vázquez Souza e Carlos Taibo, que aprofunda sobre as relaçons de Fernando Pessoa com a Galiza. O periódico completa-se com um novo número do suplemento A Revista.
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