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Lançamento de ‘O mundo nasce em Chantada’, de Manuel Meixide

O Mundo Nasce em Chantada - capaO chantadino Manuel Meixide publica este verão O mundo nasce em Chantada. O livro tem 118 páginas e está composto de duas partes principais: Chantada (O mundo nasce) e Mundo; estando esta segunda formada por três secções Cantigas da Galiza, Carreiros e Janelas. O género literário empregue polo autor é a poesia, embora esta nem sempre se manifeste formalmente em verso, mas ocasionalmente em prosa. O mundo nasce em Chantada pode ser adquirido tanto por particulares como por livrarias através da internet.

Sinopse

A obra inscreve-se no atual e prolongado contexto de crise económica e de valores mundial, mencionado no prólogo. A partir de lembranças da infância e da adolescência, vividas num formoso meio rural, num dos corações geográficos da Galiza nortenha —a comarca de Chantada. É aí que inicia uma viagem poética polos antigos valores perdidos: a liberdade, a família, o amor polos seres humanos e a natureza, a democracia, a humildade… Neste preâmbulo chantadino, primeira parte do livro, vai nascer o mundo, justamente na própria terra natal. E o mundo, por força, torna-se adulto na pátria do autor: a Galiza. Cá encontramos algumas cantigas sobre o velho país céltico e latino, a Kallaikia ou Gallaecia. Depois, o mundo continua o seu percurso, primeiro por «Carreiros» que cumpre transitar e finalmente por «Janelas» que se abrem a múltiplas e diferentes paisagens.

O autor

Manuel Meixide Fernandes nasceu em Chantada, mas logo passou alguns anos pola Península adiante, nomeadamente no País Basco —onde chega a estudar a metade do primeiro ano do antigo EGB—. Aos sete anos volta definitivamente para morar na Galiza. Na sua comarca natal estudará o resto do ensino primário e secundário. A etapa universitária decorrerá em Compostela, onde se licenciará em Filosofia e Ciências da Educação, bem que um ano antes começará o curso de Tradução e Interpretação na cidade de Vigo. Na década de noventa colaborou na revista chantadina Além-Parte, na qual publicou diversos contos. Foi co-fundador da já dissolvida Associação Cultural Rodrigues Lapa, nascida na vila do Asma no ano 2007. A partir do ano 2001 dá aulas de Francês no secundário, morando na vila da Estrada desde o ano 2011.

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