PGL – A Concelheira de Cultura da Corunha, María Xosé Bravo, lamentou a atitude de desprezo que continua a manter a Junta da Galiza com a cidade da Corunha, depois de o governo galego se ter negado a aceitar a cidade como sede para a realizaçom do vindouro Culturgal.
Neste senso, a nacionalista também se queixou de que o governo nom tivesse financiado o evento que, no ano passado, conseguiu continuar em funcionamento mercê à iniciativa corunhesa, e que contou cumha importante acolhida no sector convertendo-se num apoio para a cultura galega. «No ano 2009, a actual Conselharia de Cultura e Turismo decidiu suspender o evento alegando falta de recursos para a sua organizaçom», aponta Bravo. Afinal, a iniciativa corunhesa volveu superar os 40.000 visitantes, tornando assim num «rotundo êxito».
Por todo isto, a Concelheira de Cultura, na mesma linha do que fijo a representante do BNG no Parlamento, exige umha rectificaçom da política da Junta por considerar que as industrias culturais galegas som «um elemento dinamizador dando trabalho a mais de 26.000 pessoas e representando quase 2% do PIB, ademais de contar cum grande potencial de criaçom».
Na mesma linha, a porta-voz de cultura do BNG, Ana Pontón, defendeu no Parlamento galego umha Proposiçom nom de Lei sobre a organizaçom da Feira das Industrias Culturais “Culturgal” no ano 2010 que foi rejeitada polo grupo parlamentar do Partido popular. Pontón acusou, ademais, ao porta-voz de cultura do PP, Ignacio López Chaves de «manter umha postura beligerante com o idioma galego e com a anterior conselheira, Ánxela Bugallo, promotora do Culturgal».
