PGL – A juíza espanhola Ángela Murillo impedeu hoje a um independentista asturiano fazer os seus depoimentos em língua asturiana por nom ser «umha língua cooficial» no Reino de Espanha e alegou que ela, natural da Estremadura espanhola, «também poderia fazê-lo em castuo» (dialelecto dessa regiom), mas entom nom seria entendida.
Segundo refere o jornal asturiano La Nueva España, a magistrada advertiu ao acusado que nom tinha direito a falar na língua que lhe der a gana e que lhe convinha fazê-lo em castelhano, «idioma oficial» que conhecia «perfectamente». Isso depois de o acusado expressar a sua intençom de «’falar’ em língua asturiana».
Embora a defesa apresetasse um protesto perante o tribunal, pedindo para este órgao permitir ao seu cliente «expressar-se na sua própria língua» e assim fazer com que o artigo 24 da Constituiçom espanhola fosse respeitado, tentou igualmente que o seu defendido reconsiderasse a sua potura, mas o asturiano nom recuou e respondeu a seguinte pergunta também em língua asturiana, sendo que a juiz interviu impedindo que continuasse o seu depoimento nessa língua.
