PGL – A Junta de Pessoal Docente de Ponte Vedra, que representa a mais de 11 mil professoras e professores, aprovou umha resoluçom simbólica pola qual reprovam e qualificam de «muito deficiente» a atitude do magistrado espanhol responsável de proibir a umha mae galega regressar com as filhas à Galiza por causa do idioma.
Referem-se ao acontecido com um juiz de Alcorcom (Madrid, Espanha) que negou a umha galega o direito de regressar a Vigo com as suas filhas porque se veriam prejudicadas por umha suposta imersom lingüística em galego, língua da qual «nom se aprecia que tenha qualquer outra utilidade prática» fora da Galiza, e porque as meninas corriam «perigo de desarreigamento» por serem escolarizadas em galego
Diversas vozes públicas da Galiza erguêrom-se perante o grave ataque de racismo e discriminaçom lingüística. Assim, a Junta de Pessoal Docente de Ponte Vedra, num texto divulgado na rede, achou necessário reprovar o juiz com qualificaçom de «muito deficiente» e, recordar e explicar-lhe, que a própria Constituiçom espanhola reconhece o galego como língua co-oficial.
+ Ligações relacionadas:
- Um julgado espanhol proíbe umha mãe galega regressar com as filhas à Galiza porque o galego «nom é útil» [PGL, 18/11/2009]
- Texto da proposiçom nom de Lei do BNG [PDF]
- Auto do julgado de Alcorcom [PDF]
- Sentença do Tribunal Supremo espanhol contra a escolarizaçom só em castelhano [PDF, na web d’A Nosa Terra]
- A extremadura espanhola está apostar no ensino do português logo nos primeiros anos de escolaridade [RTP, inclui vídeo]
- Notícias sobre a Estremadura espanhola no PGL
