PGL – A Sala Nasa de Compostela fecha as portas até Setembro, depois dum duro ano de trabalho e de luita contra as agressons por parte de Conde Roa, o grupo municipal do PP de Compostela e as falsas acusaçons de cumplicidade com o terrorismo.
A ‘Nave de Serviços Artísticos’ realizou um grande esforço humano e económico na última temporada para ampliar o número de actividades que finalmente se saldou com as melhores cifras da historia do local. Assim, a Nasa e o grupo Chévere pugérom em andamento um obradoiro dirigido a melhorar a formaçom dos espectadores, realizado em colaboraçom com a Rede de Centros Socioculturais do Concelho de Compostela; a Nanonasa, acampamento cultural dirigido a crianças de entre 6 e 12 anos; e ainda outros projectos de integraçom social como o espectáculos do Grupo de Teatro do Hospital Psiquiátrico de Conjo ou o do Grupo de Teatro do Oprimido de Guiné Bissau. Estas e outras actividades obtivérom óptimos resultados de público e participaçom social.
Dificuldades
Ainda, no último ano a sala tivo que repor-se das graves acusaçons de para-terrorismo (fornecedores de material para a kale borroka) parte de Conde Roa e o grupo municipal do PP, ataques de que também fôrom alvo entidades como a Gentalha do Pichel, CS Henriqueta Outeiro ou a associaçom vicinal As Marias.
Com mais de 34 concertos (que somárom 6000 espectadores), 168 funçons realizadas (15% mais do que na temporada anterior), 111 grupos e artistas galegos e 43 grupos e artistas doutros países, 14.896 espectadores (27% mais do que na temporada anterior) e um crescimento económico dos 90%, a Sala Nasa deixa cair o pano até a sexta-feira dia 18 do mês de Setembro, quando reabrirá as portas para acolher a celebraçom do espectáculo inspirado n’A Tempestade de William Shakespeare.
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